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    <title>Arissas</title>
    <link>https://www.arissas.com</link>
    <description>Notícias sobre a produtora</description>
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      <title>Arissas</title>
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      <link>https://www.arissas.com</link>
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    <item>
      <title>Começam as filmagens do longa metragem "Ainda Assim", dirigido por Lillah Halla e protagonizado por Domenica Dias</title>
      <link>https://www.arissas.com/filha-de-mano-brown-domenica-dias-grava-filme-sobre-aborto-culpa-e-medo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Filha de Mano Brown, Domenica Dias grava filme sobre aborto: 'culpa e medo'
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/Captura+de+tela+2022-05-02+101124+%282%29.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Não sei como a história da Sofia, uma jovem de 17 de anos que fica grávida, chegará às meninas que estão lidando com a mesma situação, mas o mais importante é como as pessoas que convivem com essas jovens serão atingidas pela trama", afirma Domenica Dias, que encarna a personagem Sofia no filme "Ainda Assim", que deve chegar aos cinemas em 2023 e cujas filmagens terminaram no dia 27 de março, na capital paulista — Universa acompanhou um dia de gravações no mês passado. Para Domenica, o tema principal da história é a importância do afeto e do amor das pessoas no entorno e uma jovem que se vê nesse momento de "susto e desespero".
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Na trama, dirigida por Lillah Halla, a protagonista é uma promissora jogadora de vôlei, que, aos 17 anos, descobre a gravidez quando está prestes a disputar um campeonato amador importante para as suas pretensões esportivas. Sua única única certeza é de que não pode virar mãe, ao menos agora, e, por isso, o tema do aborto se estende durante a história.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Filha da empresária e advogada Eliane Dias e do rapper Mano Brown, Domenica encara o seu primeiro papel como protagonista —sua estreia nos cinemas foi em 2014 em "Na Quebrada". "Sempre torci para que um trabalho profissional como este acontecesse, não pelo protagonismo em si, mas por poder contribuir de maneira mais profunda para um trabalho", diz Domenica, que em 2020 criou a marca de roupas Yebo com a mãe e atualmente cursa o último ano de artes cênicas na Unesp (Universidade Estadual Paulista). Nas palavras dela, Sofia é uma adolescente com muita potência e, ao mesmo tempo, frágil. Não à toa, em um período de transição da adolescência para a vida adulta, lidando com um transtorno gigantesco, como uma gravidez indesejada, e à beira de embarcar em novas possibilidades de futuro, precisa de acolhimento. Lillah, que além da direção assina o roteiro com María Elena Morán, conta que a ideia de realizar este projeto surgiu no fim de 2015, quando se formava na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños, em Cuba. De lá para cá, porém, muita coisa mudou na história. "Viver neste Brasil atual me levou a radicalizar um pouco a história", afirma a cineasta, integrante do Coletivo Vermelha, que promove ações e realiza debates e pesquisas sobre a política de gênero e diversidade de narrativas no audiovisual.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto nos últimos dois anos a Argentina e Colômbia descriminalizaram o aborto, no Brasil, uma menina de dez anos, grávida após ser estuprada, quase foi impedida de realizar um aborto legal. Assim, afirma a diretora, perseguições em relação ao gênero foi incorporada no roteiro. A equipe na qual Sofia joga, Capão Leste (ou C.Leste), por exemplo, é formada por meninas cisgênero, trans e não binárias. Universa esteve no set de filmagens de "Ainda Assim" em um dia em que foram realizados ensaios de uma sequência na qual um grupo invade uma quadra de vôlei para agredir Sofia, que é defendida por suas colegas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Mas o filme não é só sobre essa violência. É sobre sonhos, possibilidades de existência e a importância do espaço coletivo como força motora contra qualquer tipo de opressão", completa Lillah, que, em 2020, exibiu o curta-metragem "Menarca" na Semana da Crítica do Festival de Cannes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A palavra aborto
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A diretora comenta que procurou usar a palavra "aborto" com cuidado. "Venho refletindo sobre este termo desde a primeira sinopse do filme. Em sistemas de saúde onde a interrupção é descriminalizada, como no Uruguai, as palavras são outras. Por lá, encontra-se a expressão 'interrupção voluntária da gravidez', o que já tira o peso pejorativo da palavra aborto", diz ela. "Entendo que existem corpos no Brasil que são considerados espaços a serem dominados e disputados. Em último lugar estão a saúde, o bem-estar e a decisão da pessoa. A mulher pode morrer, ficar infeliz para o resto da vida, mas não pode decidir por si", critica Domenica, referindo-se à política brasileira relacionada ao aborto.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Para a atriz, isso pode mudar por meio da informação. "Difundindo as ideias, a gente consegue salvar muita vida, a gente tranquiliza e tira a culpa e o medo. A gente hackea o sistema", sentencia Domenica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mulheres à frente
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Mulheres estão nos principais cargos do filme "Ainda Assim". Além da diretora e da roteirista, há uma diretora de fotografia, Wilssa Esser, e uma diretora de arte, Maíra Mesquita. De acordo com Lillah, o longa, devido à temática, chamou a atenção de muitas mulheres que se prontificaram a ajudá-la na produção. Pessoas que, segundo ela, embarcaram no projeto por alguma razão pessoal, não apenas cinematográfica.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Após várias cenas, eu pensava: 'Ah, que bom que são mulheres que estão ao meu redor", confessa Domenica. "Eu me lembro de ter feito uma cena superforte na chuva, uma cena de choro, desespero. Assim que finalizamos, cinco mulheres vieram até mim, com roupão, chazinho. Elas arrumaram meu cabelo, sabiam como encostar no meu cabelo, o que podiam falar, o que não falar, respeitar o silêncio."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Matéria original em:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/17/filha-de-mano-brown-domenica-dias-grava-filme-sobre-aborto.htm" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2022/04/17/filha-de-mano-brown-domenica-dias-grava-filme-sobre-aborto.htm
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Sun, 17 Apr 2022 17:10:10 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Las vacaciones de Hilda" eleito Melhor Filme do Ano pela crítica uruguaia</title>
      <link>https://www.arissas.com/las-vacaciones-de-hilda-eleito-melhor-filme-do-ano-pela-critica-uruguaia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Las Vacaciones de Hilda", de Agustín Banchero, ganó el Premio ACCU
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
  &lt;h3&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           Mejor Película, Mejor Dirección, Mejor Ópera Prima, Mejor Actriz y Mejor Montaje para el primer largometraje del director uruguayo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/hilda_divulga_small.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Debido a la pandemia, la competencia de esta edición incluyó obras estrenadas entre diciembre de 2019 y noviembre de 2021.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este lunes se llevó a cabo la edición 22 de los Premios ACCU, entregados por la Asociación de Críticos de Cine del Uruguay. En esta oportunidad los reconocimientos a lo mejor del cine nacional e internacional incluyeron obras estrenadas entre diciembre de 2019 y noviembre de 2021, debido a que la situación sanitaria determinó que la edición que debía celebrarse en 2020 se postergara hasta ahora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           La ceremonia se realizó en la sala Héctor Tosar del Auditorio Nelly Goitiño, y además de los premios al cine se otorgó un reconocimiento a María José Santacreu, coordinadora general de Cinemateca, y se recordó a los críticos Jorge Abbondanza, Alberto Postiglioni y Amílcar Nochetti, fallecidos en estos últimos dos años.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Los premiados fueron:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cine internacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor película
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Parásitos, de Bong Joon-ho
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor documental
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2019/12/un-abrazo-varda-por-agnes-de-agnes-varda/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2019/12/un-abrazo-varda-por-agnes-de-agnes-varda/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Varda por Agnès, de Agnès Varda
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor animación
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Encanto, de Jared Bush y Byron Howard
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor película latinoamericana
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2020/10/se-estrena-bacurau-una-cautivante-pelicula-sobre-la-realidad-regional/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2020/10/se-estrena-bacurau-una-cautivante-pelicula-sobre-la-realidad-regional/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Bacurau, de Kleber Mendonça Filho
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cine nacional
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor película
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2021/10/las-vacaciones-de-hilda-estreno-de-cine-nacional-con-una-protagonista-descollante/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2021/10/las-vacaciones-de-hilda-estreno-de-cine-nacional-con-una-protagonista-descollante/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Las vacaciones de Hilda, de Agustín Banchero
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor documental
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           La intención del colibrí, de Sergio de León
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor dirección
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Agustín Banchero, Las vacaciones de Hilda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor ópera prima
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Las vacaciones de Hilda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor guion
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Diego Fernández y Rodolfo Santullo, por La teoría de los vidrios rotos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor actor protagónico
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Néstor Guzzini (Alelí)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor actriz protagónica
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Carla Moscatelli (Las vacaciones de Hilda)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor actor secundario
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           César Troncoso (La teoría de los vidrios rotos)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor actriz secundaria
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cristina Morán (Alelí)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor dirección de fotografía
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2020/12/puertas-atajos-y-espejos-estrena-chico-ventana-tambien-quisiera-tener-un-submarino/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://ladiaria.com.uy/cultura/articulo/2020/12/puertas-atajos-y-espejos-estrena-chico-ventana-tambien-quisiera-tener-un-submarino/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           Manuel Rebella, Chico ventana también quisiera tener un submarino
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor sonido
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Al morir la matinée
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor montaje
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Karen Akerman y Juan Álvarez Neme, Las vacaciones de Hilda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor dirección de arte
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Cristina Nigro, Al morir la matinée
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor música original
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Gonzalo Deniz, La teoría de los vidrios rotos
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor coproducción minoritaria
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Monos, de Alejandro Landes
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mejor cortometraje
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Yi (el río que no se corta), de Karin Porley von Bergen
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_3.jpg" length="118712" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 06 Dec 2021 16:48:18 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/las-vacaciones-de-hilda-eleito-melhor-filme-do-ano-pela-critica-uruguaia</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_3.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_3.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Crítica: "Las Vacaciones de Hilda", por Carlos Loureda</title>
      <link>https://www.arissas.com/critica-las-vacaciones-de-hilda-por-carlos-loureda</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ‘Las vacaciones de Hilda', o la mecánica del tiempo de Agustín Banchero
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Potentísima ópera prima.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_6.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           El tiempo va añadiendo capas de pinturas en nuestra existencia. Algunas son espesas y oscuras, luego pueden venir otras más ligeras o luminosas y, en muchos momentos de la vida, solo se añaden barnices transparentes. El último color, que verdaderamente nos ha marcado, siempre se adivina a la perfección, y la única diferencia es su brillo, más mate, brillante o satinado.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Avanzamos con el tiempo y las capas se superponen, pero hay que tener mucho cuidado, los golpes, incluso los roces, hacen que las viejas capas, que ya pensábamos haber cubierto, salgan de nuevo a la luz. Y nada se percibe mejor que una raya negra sobre un fondo blanco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hilda, la protagonista de estas singulares vacaciones, conoce esta inevitable mecánica de la memoria del cuerpo. Arquitecta, instalada en Concepción, avanza en su vida pensando que ya ha superado épocas pasadas y malos tragos de su existencia. El presente le devuelve al pasado continuamente, pero ella se aferra a su vida actual. Se relaciona lo mínimo posible con los demás para no volver a sufrir, pero una visita inesperada lo cambia todo. El reencuentro, deseado desde hace tiempo, le traslada a un verano que creía cubierto por la capa de pintura menos sólida, el olvido.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Artista visual, dramaturgo y director,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Agustín Banchero deslumbra con su ópera prima por su capacidad de ensoñación. Desde el inicio de su film estéticamente impecable, el cineasta lanza a la gran pantalla la proyección de la memoria de la protagonista: las imágenes del pasado y del presente, yuxtapuestas. El baile de la memoria ha comenzado su gran noche.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dividido en dos tiempos, invierno y verano, en una primera parte acompañamos a Hilda en su vida actual. En un guion labrado con la maestría de un orfebre del tiempo, por el momento los diálogos y las situaciones pasan desapercibidos para el espectador. Según avanza la película, los choques con la realidad (personas que nos recuerdan tanto a otras que hasta podrían ser las misma, situaciones actuales que se asemejan a momentos del pasado, detalles insignificantes anclados ya en la memoria…) van surcando la memoria de Hilda y agrietando la piel de su pasado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           En la segunda parte, todo cobra un sentido diferente. Volvemos a leer el presente de la protagonista, desde su pasado, y los detalles de la primera mitad del film encuentran su verdadero significado. Ya no se trata de simples gotas que se deslizan por una pared, sino las lágrimas que Hilda derramó en ese verano. Las semillas de un silo pueden volar por el aire, como los hijos (esas otras semillas tan personales) también pueden no regresar al hogar… Y ella ya ha vuelto al pasado (ese ‘ahora’ -que comentan sus hijos-, tan indefinido para todos nosotros).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           La actriz 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carla Moscatelli
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            aporta todos los matices que necesitaba un rol tan complicado. Incluso, más. La interprete se desdobla en la parte final de la película, trazando su magnífica actuación por un tránsito de la inmensa tristeza del inicio hasta una energía desbordada, que el tiempo, por desgracia, también se ocupará de cambiar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quizá 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           la mejor valoración que una película puede obtener es que, según acaben los títulos créditos, el espectador desee volver a verla.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            ‘Las vacaciones de Hilda’ produce ese mágico efecto: querer prolongar el placer de disfrutar otra vez de 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           una historia tan sólidamente construida y con tal nivel de interpretación
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ver matéria original:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.fotogramas.es/festival-de-san-sebastian/a37574109/las-vacaciones-de-hilda-mecanica-tiempo-agustin-banchero-uruguay-estreno/" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.fotogramas.es/festival-de-san-sebastian/a37574109/las-vacaciones-de-hilda-mecanica-tiempo-agustin-banchero-uruguay-estreno/
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_5.jpg" length="106107" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sun, 19 Sep 2021 16:31:40 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/critica-las-vacaciones-de-hilda-por-carlos-loureda</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_5.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_5.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Las Vacaciones de Hilda" estréia no Festival de San Sebastián</title>
      <link>https://www.arissas.com/las-vacaciones-de-hilda-estreia-no-festival-de-san-sebastian</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;h1&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Las vacaciones de Hilda", la película uruguaya que competirá en San Sebastian
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h1&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Es la opera prima de Agustín Banchero y se verá en la sección New Directions de la muestra de cine; aún falta conocer la grilla de Horizontes latinos, donde puede haber más uruguayos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            ﻿
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      
           02/08/2021
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
  &lt;h2&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/h2&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/hilda_divulga_small.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Las vacaciones de Hilda
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           , ópera prima del realizador y artista visual uruguayo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Agustín Banchero,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            será la única presencia nacional en el
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            69 Festival Internacional de San Sebastián
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           . Por lo menos, hasta ahora, ya que falta completar la grilla de la sección Horizontes latinos, donde puede haber otra representante local.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           La película de Banchero participará en la sección New Directors, con títulos procedentes de Argentina, Colombia, España, Corea del Sur, Canadá, Estados Unidos, Turquía, Rusia, Eslovenia y Rumania.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Filmada en Montevideo, Dolores, Pueblo Aznarez y los balnearios Jaureguiberry, Solis, Cuchilla Alta, Playa Hermosa, es una producción en la que participa Tarkiofilm que recientemente estrenó la muy interesante 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           La fundición del tiempo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Juan Alvarez Neme 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           y ganó el premio Fipresci del Bafici de este año con el documental 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Directamente para vídeo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            de
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Emilio Silva Torres
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           .
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           De acuerdo a la sinopsis oficial,
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Las vacaciones de Hilda 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           es la historia de una mujer que “debe hacerse cargo de una decisión que tomó hace mucho tiempo cuando su familia se desarmó” y “a partir de la visita de su hijo, al que no ve en mucho tiempo, intenta reponer su imagen decaída en los últimos años. Esto removerá su realidad y su vínculo con el pasado”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Es una coproducción con Brasil y en el elenco están Carla Moscatelli, Gabriel Villanueva, Vicentino Morrocco, Edgardo Castro, Bruno Coszión y Fernando Rodríguez Compare. La fotografía es de Lucas Cilintano (Feriados) y la producción y la productora es Virginia Bergoglio.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Egresado de la Escuela de Cine del Uruguay, de Cinemateca Uruguayo, Banchero, quien nació en 1987, ha presentado los cortometrajes Mañana lunes (2010), Lejos es Invierno (2011), De las casas blancas (2013) y Las pérdidas (2015). Como artista plástico, entre otros reconocimiento, su trabajo estuvo incluido en el Gran Premio del Salón de Artes Visuales en 2012.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Me interesa entender mi universo más cercano”, le dijo Banchero a la publicación Latamcinema. “Lo que me pasa a mí y a la gente que más quiero. Eso no significa que pretenda hacer un retrato de la realidad usando un código realista. La ficción me ayuda a deformar el insumo real para convertirlo en algo expresivo. Hay días que defiendo más a uno de los personajes que a otro. Intento entenderlos en todas sus capas y esto, a veces, se torna escabroso y entreverado”.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Todas las películas de esta sección —tienen que ser operas primas o segundos largometrajes de sus directores— optan al Premio Kutxabank-New Directors, dotado con 50.000 euros repartidos a partes iguales entre el director o directora y la distribuidora de la película en España.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ver matéria original:
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://www.elpais.com.uy/tvshow/cine/vacaciones-hilda-pelicula-uruguaya-competira-san-sebastian.html" target="_blank"&gt;&#xD;
      
           https://www.elpais.com.uy/tvshow/cine/vacaciones-hilda-pelicula-uruguaya-competira-san-sebastian.html
          &#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_2-f7a44341.jpg" length="1218795" type="image/png" />
      <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 15:08:19 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_2-f7a44341.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Biscoito Fino lança disco com as gravações exclusivas da série "O Mago do Pop"</title>
      <link>https://www.arissas.com/biscoito-fino-lanca-disco-com-as-gravacoes-exclusivas-da-serie-o-mago-do-pop-g1</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Maestria de Lincoln Olivetti é revivida no álbum 'O mago do pop'
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Fagner, Leila Pinheiro, Michael Sullivan, Moraes Moreira, Rogê e Sandra de Sá participam do disco em tributo ao arranjador que deu o tom tecnopop da MPB dos anos 1980.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ao sair de cena há cinco anos, o compositor, pianista, arranjador e produtor musical fluminense Lincoln Olivetti (17 de abril de 1954 – 13 de janeiro de 2015) começou a ter reavaliada a relevante contribuição que deu à música brasileira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos pioneiros no uso (e abuso) dos sintetizadores, esse mestre dos teclados foi nome fundamental na arquitetura da sonoridade tecnopop construída na MPB a partir dos anos 1980.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Se por vezes pasteurizou a música brasileira com padronizados arranjos eletrônicos, Lincoln também criou pura magia pop ao atuar como músico e sobretudo arranjador em discos de Elba Ramalho, Gal Costa, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Lulu Santos, Rita Lee, Roberto Carlos, Sandra de Sá, Tim Maia (1942 – 1998) e Xuxa, entre muitos outros nomes em atividade nas décadas de 1980 e 1990.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Exemplos da maestria do maestro, mago dos estúdios, os arranjos feitos por Lincoln Olivetti para as gravações originais das músicas Lança perfume (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980), Festa do interior (Moraes Moreira e Abel Silva, 1981) e Banho de cheiro (Carlos Fernando, 1983) já justificam a celebração do artista no álbum Lincoln Olivetti – O mago do pop.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Programado para chegar ao mercado fonográfico a partir de quarta-feira, 10 de junho, o disco Lincoln Olivetti – O mago do pop reúne onze gravações feitas para a homônima série de TV que, sob direção de Omar Marzagão e Úrsula Corona, documentou e avaliou o legado de Olivetti na discografia nacional.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produzidas na cidade do Rio de Janeiro (RJ) no estúdio da Biscoito Fino, gravadora que edita o disco Lincoln Olivetti – O mago do pop, as gravações foram feitas por elenco que inclui Fagner, Moraes Moreira (1947 – 2020), Davi Moraes, Sandra de Sá, Marcos Valle, Leila Pinheiro, Rogê, Gabriel Moura e Michael Sullivan.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Intérprete de três das 11 músicas do álbum O mago do pop, Sullivan dá voz ao primeiro e único grande sucesso de Lincoln Olivetti como compositor, Amor perfeito, balada lançada em 1986 na voz de Roberto Carlos. A canção foi assinada por Lincoln com Sullivan, Paulo Massadas e Robson Jorge (1954 – 1993), guitarrista e tecladista com quem o artista gravou e lançou em 1982 o álbum Robson Jorge &amp;amp; Lincoln Olivetti, cultuado título da discografia de black music feita à moda pop do Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No tributo Lincoln Olivetti – O mago do pop, a balada Amor perfeito também é ouvida na voz da cantora Marina Elali. Já Moraes Moreira e o filho Davi Moraes recriaram Festa do interior, marcha-frevo junina cujo arranjo da gravação original de Gal Costa se tornou referência da habilidade de Lincoln Olivetti para criar magia pop dentro de um estúdio de gravação.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2020/06/09/maestria-de-lincoln-olivetti-e-revivida-no-album-o-mago-do-pop.ghtml" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2020/06/09/maestria-de-lincoln-olivetti-e-revivida-no-album-o-mago-do-pop.ghtml
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/Capa+O+Mago+do+Pop.jpeg" length="145904" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 09 Jun 2020 12:07:49 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/biscoito-fino-lanca-disco-com-as-gravacoes-exclusivas-da-serie-o-mago-do-pop-g1</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/Capa+O+Mago+do+Pop.jpeg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/Capa+O+Mago+do+Pop.jpeg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Figa Films arrebata o primeiro longa de Agustín Banchero "Las Vacaciones de Hilda"</title>
      <link>https://www.arissas.com/figa-films-arrebata-o-primeiro-longa-de-agustin-banchero-las-vacaciones-de-hilda-variety</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           FiGa Films Snatches Agustin Banchero’s Debut Feature ‘Las Vacaciones de Hilda’ (EXCLUSIVE)
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Leading Miami-based international sales and distribution company FiGa Films has picked up worldwide sales rights to Agustin Banchero’s drama, “Las Vacaciones de Hilda” (“Hilda’s Short Summer”).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “The film was part of this year’s San Sebastian Int’l Film Festival’s [work in progress section] Cine en Construcción and blew us away,” said FiGa Films’ Sandro Fiorin, adding: “It is the most mature first feature I’ve seen in years.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produced by Virginia Bogliolo and Juan Alvarez Neme of auteur-driven Uruguayan shingle, Tarkiofilm, “Hilda” centers on the titular character whose self-imposed solitary life is upended when she hears that her son, whom she hasn’t seen in years, is coming to visit. The abrupt cancellation of his visit triggers memories of a past summer.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Her memories of a particular summer spark an emotional pivot for the character,” said Banchero whose inspiration for his film primarily stemmed from his need to understand people close to him. Through its five years of development, it evolved into a nuanced exploration of memory, on understanding how the past affects the present. “It became more of a philosophical search,” he said. As it had to be shot in the winter and summer, he filmed it in two parts with a year’s break in between. “That break was fortuitous as it allowed me to reflect on what I had filmed and see it from a fresh perspective,” he mused.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Born in the Uruguayan capital of Montevideo 32 years ago, Banchero earned a filmmaking degree from the Film School of Uruguay after which he directed a series of short films, including “De Las Casas Blancas,” which screened at the LLAF in London and the World Cinema Fest in Amsterdam, among others. Other shorts followed, led by “Las Perdidas,” which played the Malba Festival in Buenos Aires.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Banchero is also a visual artist. His work has been recognized on several occasions, including the Grand Prix of the Visual Arts Salon in 2012. 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Bogliolo, as well as Brazil’s Clarissa Guarilha and Clarissa Pileta Moraes, serve as executive producers.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Founded in 2006 by Fiorin and his late partner Alex Garcia, FiGa Films was initially launched to select the best of Latin America’s “new” cinema. It has since expanded to include projects from North America, Europe and Africa and has a library of nearly 100 titles.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FiGa Films is handling the sales of Costa Rica’s submission to the Best International Feature Oscar, Antonella Sudasassi’s “The Awakening of the Ants,” which has just been acquired by HBO in the U.S.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://variety.com/2019/film/news/figa-films-snatches-agustin-banchero-debut-feature-las-vacaciones-de-hilda-1203419661/?fbclid=IwAR1shrfbZjcuVMHIUT_LZ58nclCElnxCJn8QVq9CxXKc9Conpr6vHj_WCXc" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://variety.com/2019/film/news/figa-films-snatches-agustin-banchero-debut-feature-las-vacaciones-de-hilda-1203419661/?fbclid=IwAR1shrfbZjcuVMHIUT_LZ58nclCElnxCJn8QVq9CxXKc9Conpr6vHj_WCXc
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/hilda_divulga.jpg" length="245369" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Fri, 29 Nov 2019 12:03:36 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/figa-films-arrebata-o-primeiro-longa-de-agustin-banchero-las-vacaciones-de-hilda-variety</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/hilda_divulga.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/hilda_divulga.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Las Vacaciones de Hilda" compete como work-in-progress no Festival de San Sebastián</title>
      <link>https://www.arissas.com/las-vacaciones-de-hilda-compete-como-work-in-progress-no-36-cine-en-construccion-do-festival-de-san-sebastian</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           El primer viaje: seis óperas primas compiten en Cine en Construcción 36
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/still_4.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Personajes que emprenden viajes literales o metafóricos y realizadores que se embarcan en la aventura de dirigir su primer largometraje de ficción. Cine en Construcción, el work in progress organizado en forma conjunta por el Festival de San Sebastián (SSIFF) y Cinélatino de Toulouse con el objetivo de impulsar la finalización de películas latinoamericanas y promover su distribución internacional, está conformado por seis óperas primas de Brasil, Uruguay, Colombia y México. Entre el 23 y el 25 de septiembre los proyectos competirán por el Premio de la Industria, que incluye servicios de postproducción y  distribución en España. LatAm cinema invita a conocer las primeras imágenes de estas películas y la opinión de sus directores.
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           “Madalena” nace en el contexto de una creciente ola de crímenes de odio en Brasil, y comienza con la aparición del cadáver de una mujer trans. El espíritu de Madalena viajará a diferentes rincones del país, uniendo varias historias en apariencia inconexas. El filme de Madiano Marcheti, producido entre cuatro empresas brasileras, no ha pasado por otros laboratorios o wips antes de llegar a San Sebastián y prevé su estreno para la segunda mitad de 2020. 
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           La producción brasileña también está presente, aunque en calidad de coproductor minoritario, en “Las vacaciones de Hilda”, ópera prima de Agustín Banchero. Producida por la uruguaya Tarkiofilm, el filme recibió varios fondos uruguayos para su escritura y producción, el fondo brasileño ANCINE de apoyo a la coproducción y el apoyo del programa Ibermedia, además de haber participado en los laboratorios 3 Puertos y Rotterdam. En este caso el viaje es a través del tiempo, en los recuerdos fragmentados de una mujer que revive un verano debido a la visita frustrada de su hijo.  
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           “Este año hay en Cine en Construcción una gran variedad de temas, tratamientos y estilos de realización. Sin embargo, hay una coincidencia temática: dos de las películas, ‘Os caminhos do meu pai’ y ‘El árbol rojo’ son road-movies protagonizadas por un hombre y una niña pequeña”, cuenta a LatAm cinema José Ángel Herrero-Velarde, miembro del Comité de Dirección y del Comité de Selección del SSIFF. “Os caminhos do meu pai” es una coproducción entre Brasil y Polonia dirigida por Mauricio Osaki y ambientada en Vietnam, donde un camionero se ve obligado a viajar con su hija debido a que su suegra está enferma. En “El árbol rojo”, del colombiano Joan Gómez Endara, es un viejo gaitero quien debe hacerse cargo de una medio hermana tras la muerte del padre de ambos, y juntos viajan a la capital en busca de la madre de la niña. El largometraje ya viene transitando un largo recorrido: ha sido seleccionado en el wip del Mercosur Audiovisual, el Encuentro Internacional de Productores de FICCI, el Producers Workshop Premium del Marché du Film, el SØRFOND Pitching Forum, el laboratorio de Rotterdam, el laboratorio de Guiones de Oaxaca, el concurso de guion inédito del Festival del Nuevo Cine Latinoamericano, el BAM, el taller Produire au Sud del Festival des 3 Continents de Nantes y el fondo de escritura del Festival Internacional de Cine de Amiens.
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           También sobre un viaje se trata la mexicana “Sin señas particulares” de Fernanda Valadez, película que ha recibido la beca de escritura de guion del Programa Jóvenes Creadores y el fondo para la producción de FOPROCINE. En ella una madre busca a su hijo, desaparecido mientras intentaba cruzar la frontera que divide México de Estados Unidos. El sexto filme de la sección también es obra de una realizadora mexicana. “Nudo mixteco” de Ángeles Cruz cuenta con el apoyo de FOPROCINE y EFICINE y participó en 2017 el encuentro de coproducción del Festival Internacional de Cine en Guadalajara y en el Talent Market de la Berlinale en 2018. El filme cruza tres historias en un pueblo oaxaqueño: un hombre descubre que su esposa está con otro hombre, una mujer vuelve para el entierro de su madre, y otra deberá enfrentar a su familia para proteger a su hija de una situación abusiva.
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           "Madalena" de Madiano Marcheti (Brasil)
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           Dirección: Madiano Marcheti. Guion: Madiano Marcheti, Thiago Gallego, Tiago Coelho, Thiago Ortman. Producción: Clélia Bessa, Joel Pizzini, Sérgio Pedrosa, Marcos Pieri, Beatriz Martins. Empresas productoras: Pólo Filmes, Raccord Produções, Vira Lata, Terceira Margem.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           El cuerpo de Madalena, una mujer trans, yace en un campo de soja en el oeste de Brasil. Luziane vive en un barrio pobre de la periferia, ayudando a su madre a coser ropa y tratando de sobrevivir el día a día como anfitriona en un club. En una comunidad cerrada al otro lado de la ciudad vive Cristiano, quien bajo la mirada y presión de su familia intenta demostrar que puede hacerse cargo de la plantación de soja de su padre. A orillas de un arroyo, Bianca y sus amigos hacen un picnic y atraviesan el dolor por la muerte de Madalena. A simple vista, estos personajes no tienen relación. Pero el espíritu de Madalena genera un vínculo entre ellos.
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Una ola conservadora atraviesa Brasil. La política del miedo dispara la violencia ya impuesta contra los llamados cuerpos anormales: el nuestro sigue siendo el país que mata a más transexuales en el mundo. Más allá de nuestras crisis políticas y económicas, nos enfrentamos a un crisis de empatía. Superarla implicará tejer juntos nuestro triturado tejido social, humanizando a aquellos que de otro modo podríamos victimizar o demonizar. Madalena, la protagonista ausente que guía la película, es una mujer trans que fue asesinado y abandonada en medio de un campo de soja, un escenario inspirado en mi ciudad natal. Los personajes están paralizados por su muerte con excepción de Bianca, otra mujer trans, cuyo luto se manifiesta en forma de una feroz alegría que afirma la vida. La persistencia de la vida ante la tragedia es mi testimonio personal sobre vidas y cuerpos que merecen existir. Como la opresión demanda desolación, la felicidad es la mayor forma de resistencia”. Madiano Marcheti, director y coguionista.
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  &lt;div&gt;&#xD;
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      &lt;b&gt;&#xD;
        
            "Las vacaciones de Hilda"
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      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           de Agustín Banchero (Uruguay - Brasil)
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dirección y guion: Agustín Banchero. Producción: Virginia Bogliolo, Juan Álvarez Neme. Empresas productoras: Tarkiofilm (Uruguay) en coproducción con Arissas (Brasil). Elenco: Carla Moscatelli, Gabriel Villanueva, Susana Anselmi, Fernando Rodríguez Compare, Dahiana Méndez.
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Hilda es una mujer solitaria que vive en el pueblo de Concepción. Intencionalmente quiebra cualquier tipo de relación afectiva con las personas de su entorno cercano. La visita frustrada de su hijo la lleva a vivir un verano en el pasado.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Me interesa pensar en la memoria antes que la idea, antes que cualquier tipo de racionalización, antes que la comprensión o interpretación. La memoria no intelectual sino emotiva. La memoria ubica, discrimina, distorsiona y pone en orden jerárquico a los recuerdos, a las personas, a las cosas y a los lugares. No se puede elegir qué recordar y qué olvidar. En ese espacio es donde habita la culpa, o en el mejor de los casos la responsabilidad, que rompe la temporalidad y aparece sin previo aviso. De eso se trata ésta película, de cómo Hilda intenta comprenderse a través de un tiempo sin tiempo”. Agustín Banchero, director y guionista.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Os caminhos do meu pai” de Mauricio Osaki (Brasil - Polonia)
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dirección y guion: Mauricio Osaki. Producción: Sara Silveira, Maria Ionescu, Aneta Zagórska. Empresas productoras: Dezenove Som e Imagens (Brasil), Krakow Film Klaster (Polonia). Elenco: Trung Ahn, Nhi Ngoc.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Cuando el solitario camionero Trung regresa a la capital vietnamita luego de uno de sus viajes de rutina, se le informa que su suegra está en el hospital, y su pequeña hija Vy ya no tiene quien la cuide. Trung, sin alternativas, se ve obligado a llevarla en su próximo viaje. Mientras la niña sueña con conocer su ciudad natal, su padre ve el viaje como una oportunidad para entregarla al cuidado de otros.
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           “Soy un cineasta brasileño que actualmente vive en Asia y presenta un proyecto ambientado en Vietnam. No es un recorrido común para un cineasta sudamericano, pero el hecho de provenir de una familia con padre japonés y madre brasileña, y el haber crecido viajando regularmente por Brasil, lo convierte de alguna manera es un desarrollo natural de mi vida como artista: tratando de encontrar puntos en común entre estos dos mundos, una conexión con la que nací y que siento dentro de mí. Este proyecto, al igual que los anteriores, es un intento por reconocer esto”. Mauricio Osaki, director y guionista.
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           "El árbol rojo" de Joan Gómez Endara (Colombia - Panamá - Francia)
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  &lt;div&gt;&#xD;
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           Dirección: Joan Gómez Endara. Guion: Joan Gómez Endara, Iván Sierra. Producción: Sonia Barrera Gutiérrez, Joan Gómez, Viviana Gómez. Empresas productoras: Big Sur Películas en coproducción con Viso Producciones (Colombia), Mass Media Communications (Panamá), In Vivo (Francia). Elenco: Reparto: Carlos Vergara, Shaday Velasquez, Jhoyner Salgado.
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           Tras la muerte de su padre, un veterano gaitero llamado Eliécer queda a cargo de una medio hermana desconocida llamada Esperanza. La misión es llevarla a la capital en busca de su madre, quien la abandonó cuando era bebé. Eliecer emprende el viaje en compañía de Toño, un joven lanchero que desea llegar a la ciudad para convertirse en campeón de boxeo. Durante el recorrido, Eliecer se enfrenta a la decisión de reencontrar el hogar y la familia que ambos han perdido.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Un retirado gaitero silba la melodía que cantan los pájaros del solar de su casa: esa imagen fue el punto de partida para “El árbol rojo”. Me interesó el pasado de este hombre, su herencia musical, su padre, el porqué de su retiro, su gaita y el significado de ese canto casi al unísono con los pájaros. En este caldo de cultivo se fue revelando Eliecer y su historia, y luego apareció Esperanza, su media hermana, permitiéndome de esa manera ir encontrando una película que pretende entregar una visión íntima sobre las heridas causadas por las relaciones familiares rotas“. Joan Gómez Endara, director y coguionista.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Sin señas particulares" de Fernanda Valadez (México)
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dirección y guion: Fernanda Valadez. Producción: Astrid Rondero. Empresas productoras: Corpulenta Producciones y Avanti Pictures. Elenco: Mercedes Hernández, David Illescas, Juan Jesús Varela.
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    &lt;span&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Magdalena emprende una travesía en busca de su hijo, desaparecido en su camino a la frontera con Estados Unidos. Su recorrido entre pueblos y paisajes desolados del México actual la conduce a conocer a Miguel, un joven recién deportado de los Estados Unidos que viaja de vuelta a casa. Así se acompañan: Magdalena buscando a su hijo y Miguel esperando ver a su madre de nuevo, en un territorio donde deambulan juntos víctimas y victimarios.
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Empecé a investigar sobre la violencia en México y en particular sobre la desaparición forzada alrededor de 2011. En aquel entonces apenas abríamos los ojos ante fenómenos que expresan una profunda crisis social y humana: desapariciones y asesinatos de activistas, periodistas, migrantes, mujeres, viajeros. Tratando de comprender esa vorágine, filmé un cortometraje titulado ‘400 maletas’, que fue mi primer acercamiento a la historia que aborda ‘Sin señas particulares’. Tras esa experiencia busqué una forma narrativa más coral y menos naturalista que me permitiera explorar el interior de los personajes y al mismo abordar los fenómenos sociales que inspiraron el proyecto. ‘Sin señas particulares’ se convirtió en una historia de camino, un road movie con tintes de thriller que transita por algunos de los insólitos y complejos parajes del México actual”. Fernanda Valadez, directora y guionista.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Nudo mixteco" de Ángeles Cruz (México)
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dirección y guion: Ángeles Cruz. Producción: Lola Ovando, Lucía Carreras. Empresas productoras: Madrecine, EI2 Media. Elenco: Noé Hernández, Aida López, Eileen Yáñez, Sonia Couoh, Myriam Bravo, Jorge Doal.
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tres historias se cruzan durante la fiesta patronal de San Mateo, un pueblo de la mixteca oaxaqueña: Esteban regresa después de tres años y descubre que, en su ausencia, su esposa se juntó con otro hombre. Enfurecido, la somete a juicio ante la asamblea comunitaria. María vuelve para enterrar a su madre pero su padre la echa del velorio, entonces ella le propone a Piedad, su amor de la infancia, irse juntas a Ciudad de México. Toña revive el dolor por el abuso del que fue víctima en el pasado a través de la realidad que vive ahora su hija, y deberá enfrentar a su familia para protegerla. 
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    &lt;/span&gt;&#xD;
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “La película cuenta quién soy yo, quién es mi madre, quién fue mi abuela, habla de nosotras. Un retrato cotidiano en mixteco y español, donde la voz de las mujeres indígenas es el susurro que toma fuerza para enfrentar nuestros miedos, vencer nuestros prejuicios y manifestar nuestro derecho al gozo y a la libre elección sobre nuestros cuerpos y nuestra intimidad. No es un retrato condescendiente. Nuestra historia deja de manifiesto las ventajas y desventajas de los usos y costumbres, el machismo imperante en nuestros pueblos al que nos exponemos día a día y las voces silenciadas de las lesbianas. En un mundo tremendamente desigual, me cuestiono qué pasa en nuestra intimidad”. Ángeles Cruz, directora y guionista.
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.latamcinema.com/especiales-web/el-primer-viaje-seis-operas-primas-compiten-en-cine-en-construccion-36/?fbclid=IwAR1RkWEegYM4fN7vWgIwFHfabQ79BgmlC_AjRfHrkR6y730X7y_sRt4jmaw" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.latamcinema.com/especiales-web/el-primer-viaje-seis-operas-primas-compiten-en-cine-en-construccion-36/?fbclid=IwAR1RkWEegYM4fN7vWgIwFHfabQ79BgmlC_AjRfHrkR6y730X7y_sRt4jmaw
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        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
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  &lt;a&gt;&#xD;
    &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/DIA-04_1_w.jpg" alt=""/&gt;&#xD;
  &lt;/a&gt;&#xD;
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      <pubDate>Tue, 17 Sep 2019 20:22:09 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>"Lincoln Olivetti - O Mago do Pop" estréia na Music Box Brasil</title>
      <link>https://www.arissas.com/lincoln-olivetti-o-mago-do-pop-estreia-na-music-box-brasil</link>
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  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Music Box Brazil terá série que homenageia arranjador Lincoln Olivetti
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           A série "O Mago do Pop", que conta a trajetória do arranjador brasileiro Lincoln Olivetti, estreia no canal por assinatura Music Box Brazil no dia 7 de junho, às 22h. O teaser da atração já está sendo veiculado na programação e nos perfis de YouTube e Instagram do canal.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Embora desconhecido do grande público, Lincoln é o músico brasileiro que mais esteve presente no topo das paradas musicais do país. Na série, serão abordadas a vida e a obra do homenageado, passando por sua consagração na década de 70 e o período turbulento nos anos 90 com a morte de parceiros importantes de trabalho. Entre as participações previstas, estão intérpretes, compositores e músicos com os quais Lincoln trabalhou, como Gilberto Gil, Alcione, Moraes Moreira, Elba Ramalho e Lulu Santos.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A produção é um projeto póstumo com participação ativa do homenageado antes de seu falecimento, em 2015, no pré-roteiro e na pesquisa, além de depoimentos exclusivos. O projeto é uma coprodução entre Sete Artes Produções, Arissas e Malagueta Filmes em parceria com as produtoras associadas By Filmes &amp;amp; Tapioca Filmes. A direção geral é do produtor cultural Omar Marzagão e da atriz Úrsula Corona, que também é apresentadora. Já a gravação musical é da Biscoito Fino.
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        &lt;a href="https://telaviva.com.br/20/05/2019/music-box-brazil-tera-serie-que-homenageia-arranjador-lincoln-olivetti/" target="_blank"&gt;&#xD;
          
             https://telaviva.com.br/20/05/2019/music-box-brazil-tera-serie-que-homenageia-arranjador-lincoln-olivetti/
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      <pubDate>Mon, 20 May 2019 17:25:25 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Começam as filmagens de "Las Vacaciones de Hilda" no Uruguai</title>
      <link>https://www.arissas.com/comecam-as-filmagens-de-las-vacaciones-de-hilda-no-uruguai</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           El uruguayo Agustín Banchero explora el caos personal en “Las vacaciones de Hilda”, su debut en largo
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           El pasado martes 26 de febrero inició la segunda parte del rodaje de “Las vacaciones de Hilda”, ópera prima del realizador y artista visual uruguayo Agustín Banchero. La primera se filmó el pasado mes de mayo, respondiendo a la estructura narrativa de la película, que se construye en dos etapas diferentes que implican invierno y verano. El rodaje se desarrolla en locaciones de Dolores, Jaureguiberry, Solis, Cuchilla Alta, Playa Hermosa, Pueblo Aznárez y Montevideo.
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           El filme, escrito por Banchero, relata la historia de Hilda, una mujer que debe hacerse cargo de una decisión que tomó hace mucho tiempo, cuando su familia se desarmó. A partir de la visita de su hijo, al que no ve en mucho tiempo, Hilda intenta reponer su imagen decaída en los últimos años. Esto removerá su realidad y su vínculo con el pasado.
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           “Me interesa entender mi universo más cercano. Lo que me pasa a mí y a la gente que más quiero. Eso no significa que pretenda hacer un retrato de la realidad usando un código realista. La ficción me ayuda a deformar el insumo real para convertirlo en algo expresivo. Hay días que defiendo más a uno de los personajes que a otro. Intento entenderlos en todas sus capas y esto, a veces, se torna escabroso y entreverado”, afirma Banchero sobre su motivación. “Por suerte, este camino uno no lo recorre solo, sino que se complementa con el trabajo de los actores y el equipo. Ahora en pleno rodaje fui cambiando de parecer, encontrando matices y descartando otras posibles líneas narrativas. Ubicar al personaje en la situación concreta, física, espacial y enfrentarlo a otro, nos posiciona de una manera única frente a una cuestión ética a varios niveles. En este momento creo que se trata de eso: intentar ordenar el caos personal, sabiendo que al fin y al cabo es prácticamente imposible”, concluye.  
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           El director reúne en el elenco a un grupo de actrices y actores forjados en su mayoría en el teatro uruguayo, entre los que se encuentran Carla Moscatelli, Gabriel Villanueva, Susana Anselmi, Fernando Rodríguez Compare o Dahiana Méndez. También integra el reparto principal el actor y director argentino Edgardo Castro, además de los uruguayos Vincentino Marrocco, Bruno Coszión y Javier Chávez.
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           Se trata de la ópera prima de Banchero, quien ha desarrollado su mirada en varios cortos que han sido seleccionados en festivales de todo el mundo. Entre ellos destaca “De las casas blancas”, “Lejos es invierno” o el más reciente “Las pérdidas”, que ha sido presentado en el MALBA de Buenos Aires precediendo las exhibiciones de “La sombra” de Javier Olivera. Banchero también ha recorrido un camino como artista visual y su trabajo ha sido reconocido en diversas ocasiones, incluyendo el Gran Premio del Salón de Artes Visuales en 2012.
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  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Precisamente, el potencial autoral del director es lo que destaca la productora del filme, Virginia Bogliolo, como principal valor del proyecto. “Nos interesa el riesgo que asume Agustín para contar esta historia. A diferencia de la mayoría de las óperas primas que se destacan por la irreverencia y esa latencia asociada a hacer algo por primera vez, esta película tiene un punto de vista particular para un joven director y una estructura narrativa que desafía al espectador.  Es el cine que nos seduce y por el que apostamos”, explica a LatAm cinema.
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    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Las vacaciones de Hilda” es una producción de la uruguaya Tarkiofilm en coproducción con la brasileña Arissas Multimídia. En su etapa de desarrollo participó en los laboratorios 3 Puertos y Rotterdam Lab y cuenta con el apoyo del Fondo de Fomento Cinematográfico y Audiovisual del ICAU, Programa Ibermedia, Intendencia de Montevideo y ANCINE.  
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    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.latamcinema.com/el-uruguayo-agustin-banchero-filma-las-vacaciones-de-hilda-su-debut-en-largo/?fbclid=IwAR2500Q00lmWDcQM2fI9_SB-sqxkUIhfP6NTp7bNlAoUQQMQ1tKJ81DI1-4" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.latamcinema.com/el-uruguayo-agustin-banchero-filma-las-vacaciones-de-hilda-su-debut-en-largo/?fbclid=IwAR2500Q00lmWDcQM2fI9_SB-sqxkUIhfP6NTp7bNlAoUQQMQ1tKJ81DI1-4
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      <pubDate>Wed, 06 Mar 2019 17:24:41 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Livramento" participará do mercado de co-produção do Festival de Berlim</title>
      <link>https://www.arissas.com/livramento-participara-da-proxima-edicao-do-mercado-de-co-producao-do-festival-de-berlim</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Seis proyectos regionales integran la selección del 16º Foro de Coproducción de la Berlinale
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre el 9 y el 13 de febrero se llevará a cabo la edición 16° del mercado de coproducción de Berlinale, evento que reúne más de medio millar de productores, agentes de venta, distribuidores y demás profesionales de la industria con el fin de incentivar acuerdos internacionales y competir por premios monetarios. 37 largometrajes fueron seleccionados para asistir a la ciudad alemana en busca de acuerdos internacionales de coproducción, en una selección en la que la presencia femenina casi iguala a la masculina: 48,6% de los proyectos seleccionados son dirigidos por mujeres. Nuestra región se presenta con seis títulos, uno menos que en la pasada edición del mercado.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           22 proyectos de largometraje fueron elegidos entre 325 aspirantes para participar en la selección oficial, entre los que se encuentran tres nuevos trabajos de reconocidos realizadores latinoamericanos. La chilena Marcela Said vuelve al Coproduction Market con “El puma”, producida por la francesa Cinéma Defacto, luego de haber sido premiada en la edición 2015 del encuentro con “Los perros”. La brasileña Júlia Murat regresa luego de su participación en Berlinale 2017 con “Pendular” a presentar “Rule 34”, producida por las brasileñas Esquina Filmes y Bubbles Project. El argentino Santiago Mitre, director de, entre otros títulos, “El estudiante” y “La cordillera”, desembarca en Berlín con “Pequeña flor”, coproducida entre la argentina La Unión de los Ríos y la francesa Maneki Films.
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  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Once proyectos formarán parte del “Talent Project Market”, organizado junto al Berlinale Talents. Allí participa el segundo largometraje de Francisco Paparella, “Tres hermanos”, coproducido entre la brasileña 3 Moinhos y la argentina Río Azul Films. Brasil también dice presente en esta categoría con “Livramento”, filme dirigido por Lillah Halla con producción de Arissas Multimidia.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           En “Berlinale Directors”, tres proyectos de realizadores que ya han exhibido sus películas en el festival buscarán socios internacionales. Uno de ellos es el nuevo trabajo del músico, productor y realizador chileno Alex Anwandter, quien en 2016 recibió en Premio especial del jurado Teddy con “Nunca vas a estar solo”. En esta oportunidad se presenta con “Una escopeta dorada”, producida por las chilenas Araucaria Cine y Panchito Films. La selección se completa con el Rotterdam-Berlinale Express, sección conformada por dos películas que participarán tanto en CineMart del festival de Rotterdam como en Berlinale Coproduction Market.
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Además de las películas participantes, cinco productoras serán presentadas en el programa “Company Matching” del festival. Una de ellas es la mexicana Pimienta Films, que participa junto a productoras de Suiza, Grecia, Alemania y Hungría.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.latamcinema.com/seis-proyectos-latinoamericanos-participaran-en-el-16o-foro-de-coproduccion-de-la-berlinale/" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.latamcinema.com/seis-proyectos-latinoamericanos-participaran-en-el-16o-foro-de-coproduccion-de-la-berlinale/
            &#xD;
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      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp.cdn-website.com/7a86f890/dms3rep/multi/folheto_ainda-860e7402.jpg" length="593135" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 15 Jan 2019 16:17:42 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/livramento-participara-da-proxima-edicao-do-mercado-de-co-producao-do-festival-de-berlim</guid>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Livramento" vence a 3ª edição do Cabíria Prêmio de Roteiro</title>
      <link>https://www.arissas.com/medio-centenar-de-proyectos-reciben-estimulo-del-programa-ibermedia-para-su-coproduccionef8a5fac</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Cabíria - Festival &amp;amp; Prêmio de Roteiro
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           No dia 28, última quarta-feira, realizamos, em parceria com a 10ª Semana de Cinema, a cerimônia de premiação da 3ª edição do Cabíria Prêmio de Roteiro, voltada a roteiros originais de longa metragem, protagonizados por mulheres, não apenas personagens femininas, mas protagonistas representativas da diversidade e complexidade das mulheres que encontramos no mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Este ano, contamos com a parceria do FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre para a curadoria dos 70 roteiros inscritos, de autoria feminina e em co-autoria entre roteiristas mulheres e homens.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 3 anos de Premiação, recebemos 348 inscrições de roteiros com protagonistas femininas, 246 deles escritos por mulheres.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nesta edição, os roteiros premiados foram:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           1º lugar: “Livramento”, de Lillah Halla e María Elena Morán Atencio (Porto Alegre/RS)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           2º lugar: “Avenida Beira-Mar”, roteiro de Bernardo Florim e Maju de Paiva (Rio de Janeiro/RJ)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           3º lugar: “Casarão”, roteiro de Cíntia Domit Bittar e Maria Augusta Villalba Nunes (Florianópolis/SC)
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.facebook.com/cabiriafestival/photos/pcb.2037482036321332/2037476756321860" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.facebook.com/cabiriafestival/photos/pcb.2037482036321332/2037476756321860
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/livra+rolteiro.jpg" length="93417" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 04 Dec 2018 16:10:54 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/medio-centenar-de-proyectos-reciben-estimulo-del-programa-ibermedia-para-su-coproduccionef8a5fac</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Livramento" participará da 16ª edição do Curso de Desarrollo de Proyectos Cinematográficos Iberoamericanos</title>
      <link>https://www.arissas.com/una-veintena-de-futuros-filmes-seleccionados-en-el-curso-de-desarrollo-de-proyectos-iberoamericanos</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           El Curso de Desarrollo de Proyectos Cinematográficos Iberoamericanos ha anunciado la selección de proyectos de su 16ª edición, a realizarse en Madrid entre el 8 de octubre y el 16 de noviembre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           La selección, realizada por por Mercedes Ortiz de Solórzano y Manuel Pérez Estremera, está integrada por los proyectos uruguayos “La última reina” de Lucía Garibaldi, “Ahora sos un hombre” de Diego Álvarez Parra y “Matarifes” de Rafael Marcelo Antonaccio y Bernardo José Antonaccio; los argentinos “Bajo la corteza” de Martín Heredia Troncoso y Sergio Alvarado y “El escuerzo” de Augusto Sinay; y los cubanos “El último” de Amilcar Salatti González y “La pelota roja” de Carlos Díaz Lechuga.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Completan la lista “Abril”, de José Germán Ariza (República Dominicana); “Después de Elena” de Carla Virginia Stagno Gray (Chile); “Puentes en el mar” de Lydia Patricia Ayala Ruíz (Colombia); “Lázaro” de Gustavo Fallas Vargas (Costa Rica), “Manahuac” de Laura Baumeister (Nicaragua); “Kokue” de Miguel Ángel Agüero (Paraguay); “Todas las horas del día” de Enrique Rene Mencia Medrano (Honduras); “Viaje a Roswell” de Gabriela Ivette Sandoval Torres (México) y “Livramento” de Marilia Bignardi Halla y María Elena Morán Atencio (Brasil).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Además, desde España participan cuatro proyectos más: “Libertad” de Clara Roquet, “Otra película” de Enrique Baró, “Carretera” de Goizeder Urtasun Soto y “Rapsodia sueca” de Fran Ruvira.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Asesorados por directores, guionistas, productores y consultores de guiones como Montxo Armendáriz, Fernando Castets, Daniela Fejerman, Alejo Flah, Michel Gaztambide, Jaime Rosales, Ana Sanz-Magallón y Félix Viscarret, los autores de los veinte proyectos tendrán talleres y asesorías en torno al desarrollo de sus guiones.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Convocado por la Fundación Carolina, la AECID, el Programa Ibermedia de la CACI, la Fundación SGAE y la Entidad de Gestión de Derechos Audiovisuales (EGEDA), en el marco del curso se celebrarán también los Encuentros de Producción, con la participación de profesionales de la actividad cinematográfica como Marisa Fernández Armenteros, Susana Herreras Casado o Mariela Besuievsky, en los que guionistas, realizadores y/o productores tendrán un acercamiento a las principales herramientas de producción, marketing y distribución para aplicar a sus proyectos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www.latamcinema.com/una-veintena-de-futuros-filmes-seleccionados-en-el-curso-de-desarrollo-de-proyectos-iberoamericanos/" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www.latamcinema.com/una-veintena-de-futuros-filmes-seleccionados-en-el-curso-de-desarrollo-de-proyectos-iberoamericanos/
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/livramento+capa.jpg" length="246608" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 25 Sep 2018 23:39:52 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Novo mural de grandes proporções para deleite dos cariocas, uma intervenção criada pela artista mineira RafaMon e produzido pela ARISSAS</title>
      <link>https://www.arissas.com/o-canto-da-sereia-arte-gigante-ocupa-lateral-de-predio-em-botafogo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/sereia+globo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RIO - Quem tem a imaginação fértil e costuma transitar pela Praia de Botafogo já consegue ouvir o canto da sereia que, há uma semana, a artista Rafa Mon começou a grafitar na empena de um prédio residencial da via. O painel multicolorido vai ocupar uma área de 432 metros quadrados (36 m de altura x 12 de largura) e é um projeto pessoal da mineira de Monte Sião, radicada no Rio há 13 anos, que costuma desenhar animais, figuras mitológicas e formas femininas nas cores do arco-íris.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Me arrepio só de pensar. Moro no bairro e estava há meses namorando esse prédio. Escolhi pintar uma sereia porque estou de frente para a Baía de Guanabara, e tem tudo a ver com o Rio. Sou muito apaixonada por esta cidade, digo que não nasci aqui por um equívoco do destino. E gosto de pinturas bem coloridas. A rua já é muito dura e cinza. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Ela estima que o grafite — que vai consumir 75 latas de spray e 184 litros de tinta acrílica, doados por empresas parceiras —, ficará pronto no sábado. Os toques finais do desenho, uma pomba mirando o Cristo Redentor, com a frase “Olhai por nós”, não estavam previstos inicialmente. Mas, na véspera de fazer o esboço da arte, no fim de abril, Rafa presenciou um tiroteio de dentro do restaurante onde estava, na Rua Arnaldo Quintela, em Botafogo. E quis incluir uma mensagem de paz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Os bandidos pararam na frente do restaurante e desceram fortemente armados. Achei que eles iriam entrar e fazer os clientes reféns. Nunca tinha passado por uma situação como essa no Rio, achei que fosse morrer. Por isso, quis passar essa mensagem de alegria, leveza e socorro para a cidade, que vive uma situação de abandono. Esse pedaço de Botafogo tem tido muitos assaltos. Ontem (terça-feira) eu vi um cara roubando o celular de uma mulher do alto do andaime — contou ela, enquanto trabalhava na altura do 12º andar do prédio. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rafa, que tem feito o grafite com a ajuda de um andaime, conta que, para fazer o desenho gigante, usou um projetor de cinema para marcar os traços. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Se eu tivesse que fazer toda a marcação sem a ajuda do projetor, levaria três dias. Com ele, fiz isso em quatro horas, uma noite — diz.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “Moro no bairro e estava há meses namorando esse prédio. Escolhi pintar uma sereia porque estou de frente para a Baía de Guanabara, e tem tudo a ver com o Rio. E gosto de pinturas bem coloridas. A rua já é muito dura e cinza ”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Artista que produziu o painel em Botafogo
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rafa faz questão de frisar que a empreitada tem aval do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RJ). A empreitada também foi aprovada em assembleia pelos condôminos do edifício, e a autorização, registrada em ata.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Disse aos moradores que achava que o painel nos daria uma visibilidade maior e ajudaria a valorizar o imóvel e o entorno, que tem muitos problemas de segurança. Todo mundo concordou — diz a advogada Marianna Moraes, síndica do prédio cuja empena pode ser vista do Cristo Redentor e do Aterro do Flamengo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quando terminar de grafitar uma das empenas do prédio, Rafa partirá para a outra, que ganhará um painel ainda maior, com 1.476 metros quadrados (41 x 36m), cujo teor a artista faz mistério: só revela que terá relação com a sereia. Os moradores do bairro e os passantes já agradecem a novidade.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Achei o mural da sereia muito legal, trouxe cor para Botafogo. O bairro só se beneficia — destaca o empresário Caio Serra, que acaba de se mudar para a região.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           PAINEL NO PARQUE DE MADUREIRA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A grafiteira tem outros 15 painéis nas ruas do Rio, em lugares como o Boulevard Olímpico, na Zona Portuária, e o Parque Madureira, na Zona Norte. Ela também é responsável pelo desenho que enfeita o teto das arcadas da Casa de Cultura Laura Alvim, em Ipanema. Aos 39 anos, Rafa Mon começou a investir nos sprays há cerca de quatro anos, depois de um período trabalhando com moda, quando usava canetinhas para dar bossa a sandálias, bolsas e óculos. O espaço no grafite, que ela diz ser um meio muito machista, foi conquistado, diz Rafa, na marra.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Se eu fosse homem, desde o começo teria sido acolhida por grupos de grafite para aprender mais. Tive que chutar a porta, trabalhar muito mais para mostrar o meu valor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://oglobo.globo.com/rio/o-canto-da-sereia-arte-gigante-ocupa-lateral-de-predio-em-botafogo-22734345?fbclid=IwAR0ErgOOBIsZ36eyUin70ikI_0BlNYfhfO-2Tfl-4fhFF3CXB75YHCPLrw8" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://oglobo.globo.com/rio/o-canto-da-sereia-arte-gigante-ocupa-lateral-de-predio-em-botafogo-22734345?fbclid=IwAR0ErgOOBIsZ36eyUin70ikI_0BlNYfhfO-2Tfl-4fhFF3CXB75YHCPLrw8
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/RAFA_SEREIA-36.jpg" length="350967" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 31 May 2018 23:33:33 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/o-canto-da-sereia-arte-gigante-ocupa-lateral-de-predio-em-botafogo</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/RAFA_SEREIA-36.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/RAFA_SEREIA-36.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A ARISSAS é parte do Rio Criativo, primeira incubadora de empreendimentos da economia criativa do estado do Rio de Janeiro.</title>
      <link>https://www.arissas.com/projeto-rio-criativo-ganha-nova-sede-no-centro-do-rio</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Evento contará com presença de Ministra da Cultura. 
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    
          Projeto serve para estimular o empreendedorismo criativo no Estado
         &#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        
            O Rio Criativo , que funciona como uma Incubadora do Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro , terá uma nova sede no Centro da cidade, ocupando agora quatro pavimentos no prédio do Liceu de Artes e Ofícios. A cerimônia será nesta quinta-feira (3), às 15h, com as presenças da Ministra da Cultura, Marta Suplicy,  e da Secretária de Estado de Cultura, Adriana Rattes.
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        
            Para abrigar o Rio Criativo, os ambientes do Liceu foram renovados e adequados, a partir de projeto do cenógrafo Sérgio Marimba, para abrigar as atividades do Rio Criativo. O novo espaço conta com salas de coworking, salas de incubados, salas de reuniões e consultorias, salas de treinamento, auditório, área de convivência com midiateca e terraço.
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        
            O Rio Criativo é a principal plataforma para a economia criativa do estado, estimulando o empreendedorismo e oferecendo uma série de serviços de apoio à geração, à consolidação e ao fortalecimento de empreendimentos sustentáveis.
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        
            Do lado de fora, o prédio foi tomado por um mural de 40 metros de altura e 12 de largura feito pelo artista urbano Izolag, que chama sua obra, produzida pela Arissas Multimídia, uma das primeiras empresas incubadas no Rio Criativo, de o maior estêncil do mundo.
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="/home2a2b23f8"&gt;&#xD;
        
            O espaço Rio Criativo está estruturado em quatro núcleos: Incubadora, Núcleo de Conhecimento, Núcleo de Negócios e Laboratório de Produção de Conteúdos Digitais. Todos atuam de forma interligada, para gerar conexões entre as redes de empreendimentos dos diferentes segmentos e regiões atendidos.
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/07/projeto-rio-criativo-ganha-nova-sede-no-centro-do-rio.html" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2014/07/projeto-rio-criativo-ganha-nova-sede-no-centro-do-rio.html
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/unnamed.png" length="17445" type="image/png" />
      <pubDate>Thu, 03 Jul 2014 23:21:06 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Crítica: "Maracanã", por Juca Kfouri</title>
      <link>https://www.arissas.com/critica-documentario-maracana-respeita-a-derrota-dos-brasileiros</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Crítica: Documentário 'Maracanã' respeita a derrota dos brasileiros
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
          JUCA KFOURI
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Há quem diga que foi o jogo mais emocionante da história e que deixou sua marca em dois povos." Com essa frase é apresentado, ao som do concerto número 2 de "As Quatro Estações", de Vivaldi, o que as pessoas verão em "Maracanã".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O filme mostra a visão uruguaia do "Maracanazo" de 1950, um filme com imagens preciosas, inéditas e com um texto sensível, coisa de quem sabe ganhar.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Seus autores (Sebastián Bednarik e Andrés Varela) expõem os dois lados, com a alegria de quem triunfou e com o respeito àqueles que perderam. O filme foi apresentado pela primeira vez no estádio Nacional de Montevidéu, cenário da primeira vitória da Celeste em uma Copa do Mundo, em 1930. 
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Merece ser apresentado também no Maracanã, onde o Uruguai foi bicampeão. Para que os brasileiros não permitam que a história da soberba se repita. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Dizem ainda que se o Brasil fez daquela tragédia o marco para ganhar cinco Copas de lá para cá, um terço das que foram disputadas desde então, o Uruguai jamais se recuperou da vitória.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fato de o Uruguai não ter vencido nenhum Mundial desde então talvez explique o tom sóbrio de um filme que trata do épico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Um dos jornalistas ouvidos pelo documentário, Franklin Morales, decano da imprensa uruguaia, acaba de ter seu livro "Maracaná - Los Laberintos del Caracter" ("Maracanã - Os Labirintos do Caráter", R$ 9,99) lançado no Brasil, em e-book, pela Companhia das Letras. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Tanto do filme como do livro emerge a impressionante figura de Obdulio Varela, "El Negro Jefe", o grande capitão que calou 200 mil vozes no estádio e quase 52 milhões de habitantes pelo país. Obdulio não só recebeu a taça Jules Rimet das mãos do surpreso e perplexo presidente da Fifa, o homem que dava o nome ao troféu, como até mesmo quando a seleção brasileira fez 1 a 0 tratou de esfriar a festa ao impedir o recomeço do jogo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sob o pretexto de esperar um intérprete para reclamar com o árbitro inglês de uma suposta irregularidade que ele sabia inexistente, ele ganhou tempo para a seleção uruguaia. Tanto o filme quanto o livro são excelentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://m.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/05/1460910-critica-documentario-maracana-respeita-a-derrota-dos-brasileiros.shtml?cmpid=menupe" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://m.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/05/1460910-critica-documentario-maracana-respeita-a-derrota-dos-brasileiros.shtml?cmpid=menupe
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracana+folha.jpg" length="97101" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 28 May 2014 23:16:33 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Crítica: "Tão Longe é Aqui", por Luis Zanin</title>
      <link>https://www.arissas.com/critica-tao-longe-e-aqui-por-luis-zanin</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         Diário do FAM 2014 – A visão feminina e a sutileza uruguaia
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  
         FLORIANÓPOLIS – Tão Longe É Aqui é o título do documentário de Eliza Capai apresentado ontem no FAM – o Florianópolis Audiovisual Mercosul 2014. Faz uma espécie de síntese de duas vertentes documentais. Por um lado, sai à descoberta de outra realidade – no caso a africana, estranha à diretora e à maior parte de nós; por outro, insere esse ato de conhecimento a uma outra esfera, a da confissão pessoal.
         &#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Desse modo, ficamos sabendo que é uma mulher em crise a que sai em viagem, tanto para conhecer outros mundos como para descobrir-se. A voz em off fala do que vê e registra em imagens, mas evoca um relacionamento frustrado e dirige-se a uma filha, real ou sonhada.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          E é em busca de uma dimensão específica da realidade africana que sai Eliza Capai – a da condição feminina. Mulher descobrindo mulher. Viajando por Cabo Verde, Marrocos, Mali e África do Sul ela ouve, vê e comenta a experiência feminina nesses países. Que, de modo geral, é experiência de sofrimento, em especial onde se praticam a mutilação genital (eufemisticamente chamada de circuncisão feminina) e a poligamia. No entanto, alguns depoimentos surpreendem por sua lucidez e articulação.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O filme revela o desejo honesto de compreender o Outro, ou melhor, a Outra. Uma dimensão feminina por vezes muito distante da experiência ocidental. Por outro lado, a autorreferência, que não parece narcísica, dá uma dimensão mais aproximada a tudo o que a diretora testemunha. Nao existe distanciamento entre sujeito e objeto. Nao é alguém que observa, de maneira etnocêntrica. Não se trata de um um universo alheio, por mais estranheza que ele possa trazer. No fundo, a humanidade é um todo, em suas diferenças, em sua assimetria, mesmo em suas práticas às vezes incompreensíveis e inaceitáveis, mesmo que culturalmente enraizadas. Bonito filme.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na mostra de longas ficcionais, tivemos o reencontro com Rincón de Darwin, de Diego Fernández Pujol, que já havíamos visto no Cine Ceará do ano passado. De passagem: rever filme bom é muito enriquecedor. Como já conhecemos o enredo, desfecho e personagens, prestamos mais atenção nos detalhes. Já rever filme ruim parece uma tortura. Talvez pelos mesmos motivos. Isso para dizer que Rincón de Darwin fica ainda melhor ainda quando assistido pela segunda vez.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Trata-se de um interessante road movie construído à maneira uruguaia, isto é, sutil, quase minimalista em sua maneira de ser. São três os personagens que se põem na estrada, a bordo de uma velha camionete caindo aos pedaços. Gaston, um rapaz fascinado por tecnologia que acabou de terminar um noivado. Americo, um contador mais velho, preocupado com o casamento da filha, e o despachado e malandro motorista Beto.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O objetivo da viagem é visitar uma propriedade no interior do Uruguai, herdada por Gaston com a morte do avô. O contador vai com ele para avaliá-la, pois será colocada à venda. E Beto é o chofer, um transgressor que colocará pimenta no universo desencantado de Americo e no desesperançado de Gaston. Deve-se dizer também que Beto é uma figura pícara, no âmbito da grande tradição espanhola do gênero, que nos legou, por exemplo, o Lazarillo de Tormes. Quer levar vantagem em tudo, mas não é má pessoa. Ao fundo do trajeto, ouve-se por vezes a narração (em inglês) de passagens do diário de Charles Darwin em sua viagem que redundou em A Origem das Espécies, o tratado sobre a teoria da evolução. O local onde se situa a propriedade de Gaston chama-se Rincón de Darwin porque o biólogo passou por ali e colheu informações para a construção da sua teoria.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O filme, como outros da leva minimalista uruguaia, joga no espaço do campo reservado à sutileza e não entrega tudo de bandeja ao espectador. Se muita coisa se expõe à luz, outro tanto permanece na sombra, o que é uma forma de respeito ao espectador. O implícito joga um papel importante no processo de formação de sentido pela plateia, o que é quase sistematicamente ignorado pelos cineastas brasileiros.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Como toda viagem arquetípica esta também é transformadora, mas dentro das limitações humanas. Não se trata tanto de mudar radicalmente a natureza de três pessoas por aquilo que passaram juntas na estrada durante dois ou três dias. Mas, quando experiências, mesmo que pequenas, são assimiladas, elas permitem, talvez, um certo deslocamento de perspectiva na assimilação do mundo. É o que, modestamente, nos oferece Rincón de Darwin, mais um pequeno grande filme vindo do nosso vizinho do Sul, o país em que talvez se escrevam os melhores diálogos da cinematografia latino-americana. Deve ter algo a ver com o hábito de leitura do seu povo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;a href="https://cultura.estadao.com.br/blogs/luiz-zanin/diario-do-fam-2014-a-visao-feminina-e-a-sutileza-uruguaia/" target="_blank"&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            https://cultura.estadao.com.br/blogs/luiz-zanin/diario-do-fam-2014-a-visao-feminina-e-a-sutileza-uruguaia/
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/a&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/tao+longe+1.jpg" length="249292" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 27 May 2014 23:50:00 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/critica-tao-longe-e-aqui-por-luis-zanin</guid>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/tao+longe+1.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Maracanã" mostra imagens inéditas do Mundial de 1950, quando o Brasil foi derrotado pelo Uruguai no Maracanã lotado</title>
      <link>https://www.arissas.com/a-copa-que-ninguem-viu</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            A Copa que ninguém viu
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           GIULIANA VALLONE DE SÃO PAULO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sessenta e quatro anos após a primeira Copa no Brasil, a seleção brasileira quer expurgar de vez o fantasma da derrota sofrida para o Uruguai no Maracanã, em 1950. Mas os uruguaios insistem na história, mais uma vez. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O festival Cinefoot, que começa nesta quinta (29), em São Paulo, traz ao país "Maracanã", primeiro filme uruguaio sobre aquela final, com imagens inéditas da partida.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 16 de julho de 1950, 200 mil torcedores viram o Brasil perder de 2x1 para o Uruguai na final da Copa, derrota conhecida como "Maracanazo".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Como a TV só chegaria ao país dois meses depois, quem não foi ao estádio só conhece uma cena do jogo: a do fatídico gol de Alcides Ghiggia, ao final do segundo tempo. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            A pesquisa dos diretores Andrés Varela e Sebastián Bednarik resultou na descoberta de registros da final e de outros jogos do Mundial de 1950. As imagens foram digitalizadas e restauradas.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O mais difícil foi conseguir os arquivos da intimidade, tanto da seleção brasileira quanto da uruguaia. Tivemos muita sorte porque conseguimos um material quase doméstico de um jornalista que acompanhou a seleção uruguaia com uma câmera 16mm", diz Bednarik.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Com 75 minutos e narrações em espanhol e português, o documentário mostra a trajetória das duas seleções até o enfrentamento. Foram gastos US$ 500 mil (R$ 1,1 milhão) na produção. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "No Uruguai, essa história nos identifica como sociedade", diz o cineasta.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No caso do Brasil, que tentava se firmar na cena internacional pelo campo esportivo, o resultado de 1950 virou uma trauma. Esse trauma é tema de outro filme exibido no festival, "Dossiê 50: Comício a Favor dos Náufragos", de Geneton Moraes Neto. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O documentário traz entrevistas feitas nos anos 1980 com os 11 jogadores que estiveram em campo na partida. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Gostaria de transformar cada exibição desse filme num ato público a favor da anistia aos jogadores que passaram o resto da vida carregando o peso e a dor da derrota", diz Moraes Neto. "Há naufrágios gloriosos também. E esse foi o mais glorioso de todos."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O fantasma de 1950 ainda assombra a seleção de 2014?
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            "Os jogadores de hoje nem eram nascidos. Mas, claro, a história pesa", diz o jornalista. "É uma chance de corrigir essa dor. Ou o Maracanã vai virar estigma por séculos." 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Ainda que o Brasil perca desta vez, a derrota não terá a força do Maracanazo', acredita Bednarik. "Essas coisas só acontecem uma vez na vida. Mas pode haver surpresa. Por sorte, a vida sem surpresas é muito chata. O futebol também."
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://feeds.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/168041-a-copa-que-ninguem-viu.shtml" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://feeds.folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/168041-a-copa-que-ninguem-viu.shtml
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracana5.jpg" length="137286" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 27 May 2014 23:06:07 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Latido Films exibe "Maracanã" entre seu line-up para o Marché du Film do Festival de Cannes</title>
      <link>https://www.arissas.com/cannes-latido-lines-up-maracanazo-the-legend-exclusive</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           The story of a World Cup soccer defeat that stunned a nation has its market premiere at Cannes
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           John Hopewell
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracanazo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MADRID – Preparing for Cannes, and the Brazil FIFA soccer World Cup, Latido Films has taken international sales rights to “Maracanazo: The Football Legend,” the human story behind still one of the biggest sporting upsets in history: the 1950 Brazil vs. Uruguay soccer World Cup final. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Directed by Sebastian Bednarik and Andres Varela, and mixing vigorosly-edited footage, and voice-over commentary with surviving team members, historians and journalists, and a building match by match chronicle, “Maracanazo” narrates a defining moment Brazilian history.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           On July 16, 1950, Uruguay, a team stitched together before the match – it started preparing the World Cup with no trainer, nor money, nor public support – beat Brazil, the World Cup host country, by 2-1 in the final match, played in Brazil’s new Maracana Stadium in Rio de Janeiro, which could house 125,000 people. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A gleaming symbol of modernity, Maracana and a World Cup win was intended to confirm Brazil’s status as a world power, said sports writer Carlos Da Silva. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           But Brazil lost before a 210,000 estimated crowd – the biggest to this day for a soccer match – , after taking the lead, and scoring 13 goals in their prior two matches. The psychological consequences of defeat roiled for decades.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           The Maracana defeat that coined the term “Maracanazo” (literally: the Maracana blow) rears its head as this year Brazil enters the 2o14 Word Cup soccer final as one of its favorites, aiming to reach a final which, in a hoped-for act of collective exorcism, will once more be played again in Maracana. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Produced by Andres Varela at Montevideo’s Coral Cine, and recuperating pristine restored and original footage, “Maracanazo” is a story of underdogs, and how Brazil underestimated the Uruguay team and one of the most extraordinary captains in soccer history, the now pretty much forgotten Obdulio Varela, who also lead Penarol in Montevideo, a city of just two millions, to become – arguably – the best Latin American club side in the 20th century.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Commanding and charismatic – he delivered a pre-match pep-talk which ended with the famous phrase “Boys, outsiders don’t count. Let the show begins” – having before the World Cup co-lead players’ union action against soccer clubs, demanding basic rights for players, Varela also lead his national team to victory. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “The only ones who believed in us were ourselves,” Uruguayan player Julio Perez remembers in “Maracanazo” more than 60 years later.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uruguay’s team believed “even more, having a strong captain like Obdulio Varela. If you said to Obdulio Varela you were going to lose, he’d probably have choked you to death, Perez added.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Backed by Ibermedia, “Maracana”is also produced by 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Uruguay’s Tenfield and Arissas Miltimedia, a Rio de Janeiro-based production house, behind 2010’s Directors’ Fortnight entry, “The Joy.”
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://variety.com/2014/film/festivals/cannes-latido-lines-up-maracanazo-the-legend-exclusive-1201160948/?fbclid=IwAR2D6C2zg4-FtGJ8_Iy6hEkYVZ-_bZoWeySWkPKjhUw6AZg_wriX-VIDaps" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://variety.com/2014/film/festivals/cannes-latido-lines-up-maracanazo-the-legend-exclusive-1201160948/?fbclid=IwAR2D6C2zg4-FtGJ8_Iy6hEkYVZ-_bZoWeySWkPKjhUw6AZg_wriX-VIDaps" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://variety.com/2014/film/festivals/cannes-latido-lines-up-maracanazo-the-legend-exclusive-1201160948/?fbclid=IwAR2D6C2zg4-FtGJ8_Iy6hEkYVZ-_bZoWeySWkPKjhUw6AZg_wriX-VIDaps
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracanazo.jpg" length="64546" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 22 Apr 2014 19:59:30 GMT</pubDate>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracanazo.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracanazo.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Maracanã" estreia em sessão histórica no Estádio Centenário, em Montevidéu</title>
      <link>https://www.arissas.com/documentario-sobre-o-maracanazo-estreia-no-uruguai</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Filme narra a histórica conquista da Celeste diante da seleção brasileira
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Globo e AFP
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/maracana+globo.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           MONTEVIDÉU - A maior conquista da história do futebol uruguaio virou filme. O documentário “Maracanã” estreia nesta quarta-feira em uma grande produção. Dez mil pessoas são esperadas no estádio Centenário, em Montevidéu, para acompanharem a exibição do filme em um telão de 20 metros de largura e 11 de altura.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O documentário conta a histórica vitória da Celeste sobre o Brasil na decisão da Copa do Mundo de 1950. O filme chega às telas justamente a três meses de outro Mundial disputado em terras brasileiras.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Depois de divertir com uma bem-humorada campanha publicitária em que o “fantasma de 1950” invade o Rio de Janeiro, os uruguaios terão agora a oportunidade de reviver as glórias do passado como forma de aquecimento para a competição, na qual a seleção local integra o “grupo da morte”, junto com Inglaterra, Itália e Costa Rica.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Maracanã é uma trama que tem uma leitura histórica, resultado de uma longa investigação. O mais incrível foi o a descoberta de uma época, de dois países, do ponto de vista humano - contou à AFP o diretor Andrés Varela, que dirigiu o longa com Sebastián Bednarik.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Baseado no livro "Maracanã, a história secreta", do autor uruguaio Atilio Garrido, mostra imagens de arquivo e relatos de protagonistas da partida, disputada em 16 de julho de 1950. Os diretores levaram três anos para juntar o material, com muitas imagens oriundas de coleções privadas e para fazer as entrevistas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Durante este período, tivemos a oportunidade de mergulhar na sociedade uruguaia e brasileira da época, com o Brasil em ano eleitoral e o desafio da construção do Maracanã, que é nada menos que um colosso que buscava mostrar a dimensão do país ao mundo - explicou Varela.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O documentário também mostra as diferenças de preparação entre as duas equipes e a fama de invencibilidade dos brasileiros, intensificada pela imprensa, os dirigentes e a torcida local. Medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris-1924 e de Amsterdã-1928 e primeira campeã mundial da história (em 1930), a seleção uruguaia não disputou as Copas de 1934 e 1938 por razões políticas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Determinação e superação - O filme exalta a "convicção, determinação desses homens, que transformaram tudo que aconteceu de ruim antes do Mundial (uma greve dos jogadores que paralisou o futebol uruguaio entre 1948 e 1949) em algo positivo, alcançando seu objetivo final de forma incrível - ressaltou Varela. - Não podemos nos esquecer que esses homens (os uruguaios) jogavam muita bola, e enfrentavam uma seleção (brasileira) com talento similar e uma ótima preparação - lembrou o diretor, chamando a Celeste da época de "seleção de operários".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A longa greve no futebol uruguaio levou alguns jogadores a trabalhar em outras áreas para se sustentar, inclusive a construção civil. Um dos atletas que precisou trabalhar como operário foi o capitão Obdulio Varela, que ganhou o apelido de “Negro jefe“ (Chefe negro). O filme relata o momento em que ele pegou a bola e começou a discutir com o árbitro para "esfriar a partida" depois da abertura do placar pelo brasileiro Friaça.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A Celeste conseguiu a virada histórica com gols marcados por Juan Alberto Schiaffino e Alcides Edgardo Ghiggia, nos 21 e 34 minutos do segundo tempo. O “carrasco” Ghiggia é justamente o último sobrevivente daquela geração e foi homenageado em novembro do ano passado no estádio Centenário, antes da partida de repescagem na qual os uruguaios garantiram sua vaga para a próxima Copa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O documentário vai além do relato esportivo, contando por exemplo com um depoimento da viúva de Julio Pérez, revelando que o ex-atacante, seu noivo na época, havia prometido casar com ela se conquistasse o título no Brasil.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           - Ela escutou a final na rádio, fazendo crochê e rezando para que a equipe vencesse. Esta imagem reflete muito bem a época - aponta o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com este filme, os uruguaios vão poder fazer uma viagem no tempo, revisitando um episódio que aconteceu há 64 anos, antes da seleção atual de Luís Suárez e Cavani estrear na Copa, no 14 de junho no Castelão, em Fortaleza, contra a Costa Rica, alimentando o sonho de mais um título em terras brasileiras. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Enquanto a Celeste buscará o tri, a seleção brasileira, que superou o trauma do “Maracanazo“ ao se tornar o maior campeão mundial da história, tentará conquistar o hexa em casa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://oglobo.globo.com/esportes/documentario-sobre-maracanazo-estreia-no-uruguai-11859835" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://oglobo.globo.com/esportes/documentario-sobre-maracanazo-estreia-no-uruguai-11859835
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2014 19:48:40 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Tão Longe é Aqui", de Eliza Capai, é eleito Melhor Filme da Mostra Novos Rumos do Festival do Rio</title>
      <link>https://www.arissas.com/de-menor-e-o-lobo-atras-da-porta-dividem-redentor-de-melhor-filme</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Com discursos fazendo referência a manifestações, noite de premiação do Festival do Rio foi marcada por tom político
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Carlos Heli de Almeida e Rodrigo Fonseca
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RIO — O drama judiciário “De menor”, de Caru Alves de Souza, e o suspense “O lobo atrás da porta”, de Fernando Coimbra, dividiram o troféu Redentor de melhor filme de ficção da mostra Première Brasil do Festival do Rio 2013, em cerimônia de premiação realizada na noite desta quinta-feira no Armazém da Utopia, no Cais do Porto. Marcado por discursos politizados e com várias referências às manifestações dos professores, o evento foi apresentado por Marcos Veras e Julia Rabello.  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Neste ano em que o cinema brasileiro renovou sua vitalidade sem bairrismos e regionalismos, o festival foi uma celebração dos primeiros filmes — disse Fabiano Canosa, presidente de júri, em referência ao fato de os ganhadores serem estreantes em longas. — De um lado, com "De menor", celebramos uma dramaturgia que se esforça para compreender o próximo. Já "O lobo atrás da porta" tem grandes cenas de uma atriz (Leandra Leal) que parece uma mistura da Lolita de Kubrick com Marilyn Monroe.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O longa de Coimbra, que chegou ao Brasil com o prêmio da mostra Horizontes Latinos do Festival de San Sebastián (Espanha), em setembro, também levou a estatueta de melhor atriz, vencida por Leandra Leal — no ano passado, ela levara o mesmo prêmio por sua atuação em “Éden”, de Bruno Safadi.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Queria pedir uma salva de palmas para os professores que estão na rua lutando por uma educação de qualidade, que aqui não tem arrego — discursou a atriz ao subir no palco.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “O lobo atrás da porta” atualiza para os dias de hoje o caso que ficou conhecido como “A Fera da Penha”, a mulher que, por vingança, sequestrou a filha pequena do amante, em 1960, no subúrbio do Rio de mesmo nome. Ao final da cerimônia, Coimbra disse ao GLOBO que é totalmente contra a violência policial, mostrou sua adesão à causa dos professores e falou sobre a temática de seu filme:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Durante muito tempo, o cinema brasileiro se sentiu culpado de falar de questões como sexo e amor por conta da obrigatoriedade de falar sempre de temas sociais. É importante que se fale deles, mas também é importante que se fale de outras coisas. A vitória desta noite mostra que é hora de olhar para o brasileiro sob uma perspectiva humana, selvagem, livre da miséria.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “De menor” conta a história de uma jovem advogada de Santos, litoral de São Paulo, que mantém relação idealista com a rotina que leva como defensora pública de menores infratores, até que o irmão, menor de idade, acaba envolvido em um crime com arma de fogo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Eu sou paulista, mas essa luta é dos professores e do Brasil inteiro. Estou 100% solidária a eles — disse a diretora Caru Alves de Souza.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em seguida, ela convidou os cineastas para subirem no palco. Eles seguraram duas faixas. Uma pedia: "Desmilitarização da política e da política". A outra dizia: "Cultura a educação juntas nessa luta".
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Também uma trama de contornos trágicos, o drama “Entre nós”, de Paulo Morelli, sobre um grupo de amigos abalado pela morte de um velho camarada, virando um fantasma capaz de incitar conflitos e sentimentos de culpa, saiu da festa com três prêmios. Estrelado por Maria Ribeiro, Caio Blat, Carolina Dieckmann, Paulo Vilhena, Julio Andrade e Martha Nowill, o novo filme do autor de “Cidade dos homens” (2007) levou os troféus de roteiro, atriz coadjuvante (Martha) e uma menção honrosa de ator coadjuvante (Andrade).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Outro título favorito para prêmios, mas que tinha contra si os três Kikitos do Festival de Gramado (filme, trilha musical e ator), realizado em agosto, “Tatuagem”, de Hilton Lacerda, saiu-se vitorioso em três categorias: ator (Jesuíta Barbosa), ator coadjuvante (Rodrigo García) e o prêmio especial do júri.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Rodrigo Garcia criticou a homofobia, referindo-se ao fato de que homens que se vestem de mulher são julgados pela aparência:
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Que bom que o júri enxergou a alma do meu personagem, e não a caricatura — disse ele, que vive nas telas o homossexual Paulete.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O filme de Lacerda também ganhou no voto do júri popular e do júri da Fipresci, a Federação Internacional dos Críticos de Cinema.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — O estado está usando uma arma muito esquisita, que é a repressão violenta às manifestações — criticou o cineasta ao receber o prêmio do júri popular. — O estado não aprendeu como dialogar, como conversar. A função do estado é proteger, não atacar — acrescentou, lembrando o fato de seu filme ter sido o primeiro a ser deslocado do Odeon por causa dos protestos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A estrada 47”, de Vicente Ferraz, drama de guerra sobre um grupo de pracinhas brasileiros perdidos nos campos de batalha italianos, durante a Segunda Guerra Mundial, levou o troféu Redentor de melhor montagem e uma menção honrosa do júri para o ator Francisco Gaspar. No momento do primeiro prêmio, houve uma gafe. Ao anunciar a edição vencedora, apenas o nome de Mair Tavares foi pronunciado. Como ele também é o montador de "Tatuagem", o diretor Hilton Lacerda subiu no palco por engano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Autores de “O homem das multidões”, sobre um solitário condutor de trem de Belo Horizonte, o mineiro Cao Guimarães (“Andarilho”) e o pernambucano Marcelo Gomes (“Cinema, aspirinas e urubus”), ficaram com o prêmio de direção. O Redentor de fotografia ficou com o drama “Quase samba”, de Ricardo Targino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Apesar das bombas e do terrorismo de estado, não vamos desistir dessa cidade — reforçou Targino.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ‘Arcanjo’ vence entre os docs
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre os documentários, o vencedor foi “Histórias de Arcanjo — Um documentário sobre Tim Lopes”, de Guilherme Azevedo, sobre o jornalista torturado e morto por traficantes em 2002.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Frente a todo esse movimento que está acontecendo na cidade, Tim Lopes estaria nas ruas agora atrás de boas notícias e de boas imagens para informar a gente — disse Azevedo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Nossa ideia era mostrar o Tim por dentro, fazer o olhar sobre ele por ele mesmo — definiu Bruno Quintella, filho do jornalista investigativo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Tentamos retratar o Tim eliminando o lado mártir dele, para mostrá-lo como uma pessoa real — concluiu o diretor.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           “A farra do Circo”, de Roberto Berliner e Pedro Bronz, sobre os anos dourados do Circo Voador, recebeu o prêmio especial do júri. Este ainda concedeu uma menção honrosa para dois outros títulos: “Cativas — Presas pelo coração”, de Joana Nin, e “Damas do samba”, de Susanna Lira. O público, no entanto, elegeu “Fla x Flu”, de Renato Terra, sobre a rivalidade entre os dois times, como o melhor documentário da seleção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na categoria Novos Rumos,
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            "Tão longe é aqui", de Eliza Capai
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           , foi considerado o melhor longa. A diretora-executiva do festival, Valquiria Barbosa, entregou o prêmio de melhor curta, na mesma categoria, para "Contratempo", de Bruno Jorge. "Jessy" foi laureado pelo júri popular, e "O menino e o mundo" ganhou uma menção honrosa.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://oglobo.globo.com/cultura/de-menor-o-lobo-atras-da-porta-dividem-redentor-de-melhor-filme-10331986?fbclid=IwAR2MUBdEqHA5_kyBuWQYuidrBN-4AivhxlNGwnfUR2u5ougOXAQ-s6DfqBA" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://oglobo.globo.com/cultura/de-menor-o-lobo-atras-da-porta-dividem-redentor-de-melhor-filme-10331986?fbclid=IwAR2MUBdEqHA5_kyBuWQYuidrBN-4AivhxlNGwnfUR2u5ougOXAQ-s6DfqBA
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/tao+longe+7.jpg" length="450237" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Thu, 10 Oct 2013 19:33:51 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"Tão Longe é Aqui" terá sua estréia na Premiére Brasil do Festival do Rio</title>
      <link>https://www.arissas.com/festival-do-rio-anuncia-os-selecionados-para-a-premiere-brasil</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Festival do Rio anuncia os selecionados para a Première Brasil
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           São 11 longas de ficção e 8 documentários na mostra competitiva
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          André Miranda
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RIO - Mais de 40 longas-metragens e mais de 30 curtas brasileiros, a maioria inédita, estarão no Festival do Rio. Um dos principais eventos de cinema do país, o Festival anunciou nesta terça-feira os selecionados para a Première Brasil, seção em que se concentram as produções nacionais e de onde sairão os vencedores do troféu Redentor. A lista inclui nomes já consagrados, como Marcelo Gomes, Cao Guimarães e Sérgio Bianchi, e promessas, como Ricardo Targino e Fernando Coimbra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na seleção da mostra competitiva de longas, estão onze produções: “De menor”, de Caru Alves de Souza; “Entre nós”, de Paulo Morelli; “Estrada 47 — A montanha”, de Vicente Ferraz; “O homem das multidões”, de Marcelo Gomes e Cao Guimarães; “Jogo das decapitações”, de Sérgio Bianchi; “O lobo atrás da porta”, de Fernando Coimbra; “Os amigos”, de Lina Chamie; “Periscópio”, de Kiko Goifman; “Quase samba”, de Ricardo Targino; “Tatuagem”, de Hilton Lacerda; e “Minutos atrás”, de Caio Sóh.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Desses, sete terão sua primeira exibição mundial no Festival do Rio. Apenas “De menor” e “O lobo atrás da porta” terão projeções anteriores, no Festival de Cinema de Toronto, ainda em setembro; enquanto que “Tatuagem” e “Os amigos” integraram a programação do Festival de Gramado, no mês passado.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          — É muito bonito estrear em casa e mais bonito ainda ver como a realidade do Brasil, de junho para cá, fez com que aquilo que escrevi anos atrás possa chegar à tela possa chegar à tela num momento em que o universo e a trama ali apresentados são mais compreensíveis que nunca — diz Ricardo Targino.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Já entre os documentários, a competição terá oito longas: “A farra do circo”, de Roberto Berliner e Pedro Bronz; “A gente”, de Aly Muritiba; “Cativas, presas pelo coração”, de Joana Nin; “Cidade de Deus — 10 anos depois”, de Cavi Borges e Luciano Vidigal; “Conversa com JH”, de Ernesto Rodrigues; “Damas do samba”, de Susanna Lira; “Fla-Flu”, de Renato Terra; e “Histórias de Arcanjo — Um documentário sobre Tim Lopes”, de Guilherme Azevedo, sendo que este último é o único que já teve alguma exibição prévia, no Festival de Cinema Brasileiro de Paris, em abril. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          — O Festival do Rio é uma referência internacional e tem um charme todo especial. Será uma alegria exibir um filme sobre o Fla-Flu num festival com essa alma carioca — afirma Renato Terra.
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O Festival do Rio será realizado em 28 salas da cidade, entre os dias 26 de setembro e 10 de outubro. Na abertura, será exibido “Amazônia — Planeta verde”, de Thierry Ragobert.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          — Para a Première Brasil, nós tivemos 92 documentários e 70 ficções inscritos — afirma Ilda Santiago — O que me chamou a atenção foi termos conseguido reunir numa mesma mostra filmes de veteranos e filmes de estreantes.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A lista completa dos filmes da Première Brasil segue abaixo:
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          LONGAS-METRAGENS
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mostra competitiva de longas-metragens de ficção: "De menor", de Caru Alves de Souza; "Entre nós", de Paulo Morelli; "Estrada 47 - A montanha", de Vicente Ferraz; "O homem das multidões", de Marcelo Gomes e Cao Guimarães; "Jogo das decapitações", de Sérgio Bianchi; "O lobo atrás da porta", de Fernando Coimbra; "Os amigos", de Lina Chamie; "Periscópio", de Kiko Goifman; "Quase samba", de Ricardo Targino; "Tatuagem", de Hilton Lacerda; e "Minutos atrás", de Caio Sóh.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra competitiva de longas-metragens de documentário: "A farra do circo", de Roberto Berliner e Pedro Bronz; "A gente", de Aly Muritiba; "Cativas, presas pelo coração", de Joana Nin; "Cidade de Deus - 10 anos depois", de Cavi Borges e Luciano Vidigal; "Conversa com JH", de Ernesto Rodrigues; "Damas do samba", de Susanna Lira; "Fla x Flu", de Renato Terra; e "Histórias de Arcanjo - Um documentário sobre Tim Lopes", de Guilherme Azevedo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Novos Rumos - Longas-metragens de ficção: "Mar Negro", de Rodrigo Aragão; "O exército do caos", de Frederico Machado; "O menino e o mundo", de Alê Abreu; "O Rio nos pertence", de Ricardo Pretti; "O uivo da gaita", de Bruno Safadi; "Rio cigano", de Julia Zakia.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Novos Rumos - Longas-metragens de documentário: "Carioca era um rio", de Simplício Neto; e "Tão longe é aqui", de Eliza Capai.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Longas-metragens hors concours de ficção: "Educação sentimental", de Julio Bressane; "Gata velha ainda mia", de Rafael Primot; e "Mato sem cachorro", de Pedro Amorim.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Longas-metragens hors concours de documentário: "Cauby - Começaria tudo outra vez", de Nelson Hoineff; "Feio, eu?", de Helena Ignez; "Mataram meu irmão", de Cristiano Burlan; "Serra Pelada: A lenda da montanha de ouro", de Victor Lopes; e "Vinte - RioFilme, 20 anos de cinema brasileiro", de Carlos Diegues.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Retratos - Longas-metragens: "Em busca de Iara", de Flávio Frederico; "Mário Lago", de Marco Abujamra e Markão Oliveira; "Mazzaropi", de Celso Sabadin; "Ozualdo Candeias e o cinema", de Eugenio Puppo; e "Sinais de cinza, a peleja de Olney contra o Dragão da Maldade", de Henrique Dantas.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Longas-metragens brasileiros na Mostra Panorama: "O grande Kilapy", de Zézé Gamboa; "Ensaio", de Tania Lamarca; e "Mão na luva", de José Joffily e Roberto Bomtempo.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Longa-metragem brasileiro na mostra Tesouros: "Bonequinho de seda", de Oduvaldo Vianna, Gilda de Abreu, Delorges Caminha, Conchita de Moraes e Dea Selva.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Longa-metragem brasileiro da mostra DOX: "Setenta", de Emilia Silveira.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          CURTAS-METRAGENS
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Competitiva de curtas-metragens de ficção: "Até o céu leva mais ou menos 15 minutos", de Camila Battistetti; "Apocalipse de verão", de Carolina Durão; "Não estamos sonhando", de Luiz Pretti; "O caminhão do meu pai", de Mauricio Osaki; "Graça", de Anna Clara Peltier; "Cine centímetro", de Dannon Lacerda; "Parque soviético", de Karen Black; "O homem sensorial", de Eugenio Puppo; e "Tremor", de Ricardo Alves Jr..
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Competitiva de curtas-metragens de documentário: "Jessy", de Paula Lice, Rodrigo Luna e Ronei Jorge; "Contratempo", de Bruno Jorge; "Efeito Casimiro", de Clarice Saliby; "A queima", de Diego Benevides; "Contos da Maré", de Douglas Soares; "A última fronteira", de Diogo Faggiano; "Luna e Cinara", de Clara Linhart; e "Malunguinho", de Felipe Peres Calheiros.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Novos Rumos - Curtas-metragens de ficção: "Au revoir", de Milena Times; "Todos os dias em que sou estrangeiro", de Eduardo Morotó; "Lição de esqui", de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro; "Frineia", de Aline Portugal; "Alguém no futuro", de Salomão Santana; e "Sobre a mesa", de Jo Serfaty.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Novos Rumos - Curta-metragem de documentário: "Fogo-pagou", de Ramon Batista.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Curtas-metragens hors concours de ficção: "Pouco mais de um mês", de André Novais Oliveira; "Pietro", de Hsu Chien Hsin; "O tempo que leva", de Cíntia Domit Bittar; "Terno", de Gabriela Amaral Almeida e Luana Demange; "Porcos raivosos", de Isabel Penoni e Leonardo Sette; e "O poder dos afetos", de Helena Ignez.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Curta-metragem hors concours de documentário: "Pátio", de Aly Muritiba.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Mostra Retratos - Curta-metragem: "Em cartaz", de Fernanda Teixeira.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Curta-metragem brasileiro na mostra Panorama: "A serpente que dança", de João de Mendonça Lima Filho.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://oglobo.globo.com/cultura/festival-do-rio-anuncia-os-selecionados-para-premiere-brasil-9798331?fbclid=IwAR0rbfqU1N3XBcZcJFv0RguNxmWEvNJaSbAmPBDqP6svmhJtxQU5Z0LGP8o" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            https://oglobo.globo.com/cultura/festival-do-rio-anuncia-os-selecionados-para-premiere-brasil-9798331?fbclid=IwAR0rbfqU1N3XBcZcJFv0RguNxmWEvNJaSbAmPBDqP6svmhJtxQU5Z0LGP8o
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 03 Sep 2013 19:02:12 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Inauguração da exposição "Usina", de Clarissa Pivetta, na Galeria Alliance Verte, no Rio de Janeiro</title>
      <link>https://www.arissas.com/inauguracao-da-exposicao-usina-de-clarissa-pivetta-na-galeria-alliance-verte-no-rio-de-janeiro</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Conhecido por ser um bairro com inúmeros museus e atividades culturais, Botafogo ganhou mais um espaço de peso nos últimos meses. A “Galeria Alliance Verte”, localizada na também recém-inaugurada sede sustentável da Aliança Francesa, expõe, até o dia 2 de agosto, a mostra “Usina”.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/_MG_0546.JPG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O projeto de Clarissa Pivetta é um registro fotográfico realizado dentro da Usina de Central Elétrica, da EDF Norte Fluminense (Macaé), desde 2010. No local, a fotógrafa capturou imagens de intervenções urbanas feitas ao longo de três anos e que transformaram a indústria em um espaço de arte e cultura ao ar livre.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Todo o trabalho artístico de “Usina” foi desenvolvido a partir de um intercâmbio cultural entre artistas brasileiros (Marcelo Ment, Alexandre Orion, Bruno Big, e Márcio Piá) e franceses (RCF1, Lazoo, Shaka e Speedy Graphito). Assim como é feito em todo street art, o projeto utilizou as peculiaridades e objetos da fábrica, como canos, paredes e torres, para dar vida ao grande trabalho.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          A visitação é gratuita de segunda à sexta-feira, das 10h às 20h, e no sábado, das 9h às 13h. Para quem quiser ir além da exposição de fotos, há ainda um documentário com a participação dos artistas envolvidos nas intervenções e de funcionários da usina.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/_MG_0549.JPG"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;a href="http://www.rioecultura.com.br/materias/materia.asp?materia_cod=290&amp;amp;fbclid=IwAR1NyUhnCcYhaoBLZpmSJTQYxo1Yg_sugfme7sVfXhOwgD8Et1Cihg25Fks" target="_blank"&gt;&#xD;
        
            http://www.rioecultura.com.br/materias/materia.asp?materia_cod=290&amp;amp;fbclid=IwAR1NyUhnCcYhaoBLZpmSJTQYxo1Yg_sugfme7sVfXhOwgD8Et1Cihg25Fks
           &#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/_MG_0550.JPG" length="219047" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Mon, 15 Jul 2013 18:32:38 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
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    </item>
    <item>
      <title>Entrevista: as sócias da Arissas falam sobre a "Caradura", primeira mostra de filmes de arte urbana da América Latina</title>
      <link>https://www.arissas.com/arte-urbana-na-sala-escura</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
          [Rachel Souza]
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Entre outubro e novembro passados, o Rio teve sua primeira Mostra internacional de filmes de arte urbana, o Caradura. Com foco nas produções feitas para e no universo da arte urbana, a mostra exibiu filmes de longa, média e curta metragem feitos a partir da década de 1980 até os dias atuais.  Na programação, que não pude deixar de conferir, estiveram “Muros e murmúrios” da icônica Agnès Varda, em que a cineasta tenta responder, através do documentário de 16 minutos, questões sobre os murais de Los Angeles; “Luz, câmera, pichação”, de Gustavo Coelho, Bruno Caetano e Marcelo Guerra, meu colega de mestrado, que trata da distinção entre o grafite e a pichação. Distinção feita apenas no Brasil, vale lembrar. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           E, para não me alongar na extensa lista, “Ossário” do artista Alexandre Órion, que documenta seu grafite reverso (prometo escrever uma coluna só sobre esse tema) em um túnel da cidade de São Paulo. Ao longo de 17 madrugadas, Órion, munido de pano, máscara e coragem, limpou a camada de sujeira incrustada nos 300 metros de parede onde fez a intervenção. Com esses e outros filmes tão interessantes quanto, as amigas Lara Frigotto, Clarissa Guarilha, Clarissa Pivetta e o curador Pablo Aravena deram ao Rio a oportunidade de ter sua 1ª Mostra cinematográfica de filmes sobre o tema. Nova York teve seu “Kings of the city” em 2009, Berlim, durante três anos consecutivos, o “Rythm of the Line”, festival de filmes de grafite e hip-hop e, Londres, em 2008, a mostra de filmes “Street Art”, realizada na Tate Modern. Sem dúvida o diálogo sobre arte urbana tem se ampliado e a exibição de filmes que tratem das relações desse universo proporciona ao grande público uma visão mais larga sobre a questão. O fato de o Rio entrar nesse circuito é indicador não apenas de orgulho, mas da participação do carioca no debate. Sobre esses assuntos, conversei com as meninas produtoras da Mostra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Quais acham ser os motivos para um segmento de arte (alguns teóricos chamam de arte urbana, outros de arte pública) ter a duração de mais de trinta anos de existência e ainda despertar interesse e polêmica?
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            Como “segmento” de arte, acreditamos que a arte urbana seja justamente algo que vai além disso, quer dizer, é um movimento artístico que não foi pensado para ser enquadrado como tal, ainda que o seja. Acreditamos que a expressão desses artistas deriva de uma relação muito íntima com o espaço público urbano – seja como suporte, seja como inspiração para o desenvolvimento de uma linguagem artística – o que por si só já é algo efêmero, em constante transformação. Por isso, sua capacidade de renovação e seu alcance tão grandes. No contato com algumas obras, quais as que despertaram mais emoção e apreço estético? E quais as que impactaram pelo conteúdo crítico? É difícil apontar trabalhos específicos, dada a diversidade de linguagens e estéticas. E acreditamos que isto é o que torna a arte urbana rica atualmente, isto é, algo que vai além do apreço estético ou da arte de protesto. É claro que alguns trabalhos acabam se destacando e isso deve ser normal em qualquer segmento artístico. De qualquer maneira, acreditamos que o que importa mesmo é a liberdade com que essas manifestações artísticas são criadas, sejam elas um nome rabiscado na parede, um desenho abstrato, um personagem com traços detalhados, um adesivo colado, uma intervenção de limpeza da cidade… e por aí vai.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Contem um pouco dos objetivos da produtora em relação ao tema arte urbana. Como foi organizar uma Mostra internacional de filmes? Por que exatamente filmes e não outra mídia? 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nascemos como uma produtora audiovisual e este é o nosso foco. Trabalhamos com produção em cinema, vídeo e fotografia. Quando percebemos que a temática da arte urbana estava presente em muitos dos nossos projetos, nos pareceu natural unir as duas coisas e assim realizar a primeira mostra de filmes sobre arte urbana do Brasil, chamada “Caradura”. A “Caradura” tornou-se então um projeto inédito e pioneiro no continente latino-americano. Algumas mostras semelhantes já haviam acontecido em outras partes do mundo (Nova York, Berlim e Londres, mais precisamente), mas sem periodicidade. Nossa ideia então foi reunir filmes que lidassem com a temática da arte urbana, construindo um panorama histórico e global, com obras de mais de 10 países, dos anos 80 até hoje.O projeto foi aprovado pela Caixa Cultural e aconteceu aqui no Rio, em outubro. Ficamos bastante surpresas e empolgadas com a reação positiva do público e da mídia, que deram um destaque bem legal pro evento. Inclusive, já estamos em contato com outras cidades e países que querem sediar a “Caradura”, o que pra nós é muito gratificante.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Como avaliam a produção cinematográfica sobre esse tema? Como se deu a curadoria? 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em 2010 a gente estava participando de um evento de audiovisual aqui no Rio e conhecemos o Pablo Aravena, produtor e realizador chileno radicado no Canadá. O Pablo trabalha com esse universo há muito tempo, já foi curador de algumas mostras e dirigiu o filme “Next”, que retrata a arte urbana nas principais capitais do mundo [a foto que ilustra esta entrevista é do filme “Estilo Chileno”, de Pablo]. Quando montamos o projeto da “Caradura”, o convidamos para ser o curador. O processo de curadoria foi complicado num primeiro momento, pelo fato de ser uma mostra internacional com um orçamento bastante limitado. Infelizmente, alguns títulos que considerávamos importantes ficaram de fora, mas ainda assim, conseguimos fazer uma programação com mais de 30 filmes, entre longas e curtas metragens, documentários, ficções e filmes experimentais. De certa forma, privilegiamos filmes que retratassem a arte urbana em sua essência, isto é, aquela feita na rua e para a rua. Grande parte dos filmes exibidos foi realizado na década de 80 ou nos primeiros anos do século 21, revelando a ânsia por documentar os momentos mais expressivos do movimento de arte urbana mundial (seu nascimento, nos anos 80, e seu “boom”, nos anos 2000). Uma boa surpresa foi constatar que este universo também atraiu cineastas de grande renome internacional, como os franceses Chris Marker e Agnès Varda, diversificando ainda mais a programação. E uma surpresa não tão boa foi constatar a escassez de longas brasileiros sobre o tema: somente dois títulos. Em uma avaliação preliminar, acreditamos que o sucesso de eventos como a “Caradura” podem realmente fomentar a produção audiovisual sobre o tema no Brasil. Indo além, acreditamos também que o conceito de arte urbana associado à produção audiovisual pode se expandir, algo que já estamos estudando para uma próxima edição da mostra.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Quais produções da Mostra destacariam como imprescindíveis? 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Dos filmes brasileiros, sem dúvida o destaque é o “Pixo”, do João Wainer e do Roberto Oliveira. É um documentário que retrata a realidade da pichação em São Paulo, com imagens de arquivo dos próprios pichadores. No caso dos filmes internacionais, tem muita coisa diferente. O clássico super premiado “Style Wars”, de Tony Silver, é imprescindível para os amantes do tema, porque documenta o surgimento do graffiti nos trens de Nova York em 1983. Por outro lado, não precisa ser amante de arte urbana pra gostar de “Oscar”, de Sergio Morkin, documentário que conta a história de um taxista que, nas horas vagas, intervém em cartazes publicitários nas ruas de Buenos Aires. É um filme que dialoga com o contexto político e econômico da Argentina do início dos anos 2000. Ou ainda “Gatos Empoleirados”, de Chris Marker, que persegue o misterioso grafitti de um gato que se espalhou pelas ruas de Paris após os atentados de setembro de 2001. Dos curtas, destacamos o trabalho do David Ellis, artista norte americano que cria suas obras em videoarte, através de time lapses digitais, e, por fim, o webdoc interativo “Défense d’afficher”, do coletivo francês La Maison du Directeur, que exibimos aqui pela primeira vez em formato para salas de cinema. Trata-se de um documentário em episódios com perfis de artistas em 8 capitais do mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            https://www.rioetc.com.br/sem-categoria/arte-urbana-na-sala-escura/?fbclid=IwAR0UdeR0VuAlzhbxm6g4MZCNMpC-104a_qIV734Tkv2UV6wZTIqXnSky9eY
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/caradura10.png" length="2435025" type="image/png" />
      <pubDate>Sun, 09 Dec 2012 17:09:08 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/caradura10.png">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Usina termelétrica vira cenário para artistas de rua</title>
      <link>https://www.arissas.com/usina-termeletrica-vira-cenario-para-artistas-de-rua</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           FABIO BRISOLLA  
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    
          DO RIO
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Além de produzir energia, uma usina termelétrica no município de Macaé, interior do Estado do Rio, passou a funcionar como uma grande galeria a céu aberto. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Contratados pela Electricité de France S.A. (EDF), oito grafiteiros --entre brasileiros e franceses-- espalharam pinturas pelos paredões e tubulações da indústria ao longo de dois anos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O resultado do trabalho, iniciado em 2010 pelos artistas de rua, já rendeu uma exposição de fotos em Paris no ano passado. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Agora, um livro sobre a intervenção na usina está sendo editado e um curta-metragem, produzido pela diretora Clarissa Pivetta, foi exibido na Mostra Internacional de Filmes de Arte Urbana deste ano.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           'LUGAR BONITO'
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Inaugurada em 2005 pelo grupo EDF, a termelétrica produz energia suficiente para abastecer uma cidade de dois milhões de habitantes. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           À frente desta produção está Philippe Quenet, um engenheiro francês apaixonado por arte, que decidiu alterar seu ambiente de trabalho. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Acredito que uma área industrial pode ser um lugar bonito", costuma repetir.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diretor da usina encomendou a primeira pintura a dois grafiteiros de Macaé. Depois, com o apoio do escritório da Aliança Francesa no Rio, oito artistas deixaram suas marcas no local. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Quatro deles são franceses: Speedy Graphito (codinome do artista plástico parisiense Olivier Rizzo), Yann Lazoo, Shaka (Marchal Mithouard) e RCF1 (Jean Moderne).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O traço nacional esteve representado pelos cariocas Big (Bruno Carneiro Mosciaro), Ment (Marcelo Vaz Coelho) e Piá (Márcio Ribeiro), além do paulistano Alexandre Orion. Este último ficou conhecido pela série "Ossário", que espalhou caveiras pelos túneis de São Paulo. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na usina, grafitou em uma torre de 55 metros de altura os ossos da coluna vertebral.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "É um espaço extraordinário para uma intervenção. Mas, ao mesmo tempo, pintar do alto de uma chaminé de 50 metros, usando uma série de equipamentos de segurança, num calor absurdo, não é muito confortável", afirma ele, que criou grafites em três pontos diferentes.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Antes de iniciar o trabalho, tivemos um encontro com operários da usina. Eles citaram um pássaro típico da região que acabei retratando numa das torres", conta Ment. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No tempo em que passou na usina, ele soube que as obras viraram referência para os 40 operários que lá trabalham. "Alguns locais antes ignorados pelos funcionários viraram espaços de encontro por causa dos desenhos."
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            https://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2012/11/1183173-usina-termeletrica-vira-cenario-para-artistas-de-rua.shtml
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/AF-PIVETTA-MENT_BIG-4.jpg" length="320382" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Sat, 10 Nov 2012 16:52:38 GMT</pubDate>
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        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Arte urbana ganha mostra de filmes no Rio de Janeiro</title>
      <link>https://www.arissas.com/materia-usina-globo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Evento na Caixa Cultural reúne, até 4 de novembro, produções feitas no Brasil e no exterior
           &#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    
          Carlos Albuquerque
         &#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           RIO - Muitas vezes vista de passagem, a arte de rua, aquela feita em muros, viadutos, pontes, paredes, tapumes e qualquer outra “tela” improvisada em meio ao ritmo apressado das cidades, ganha um pausa para a reflexão na Caradura. Esse é o nome de guerra da Mostra Internacional de Filmes de Arte Urbana, que começa nesta terça na Caixa Cultural. Até o dia 4 de novembro, em sessões às 14h, 16h e 18h, vão ser exibidos curtas, médias e longas-metragens que abordam a interação, muitas vezes conflitante, entre alguns criadores e os espaços públicos. Ao final de cada semana, haverá também um debate entre cineastas, produtores e artistas, aberto ao público.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Pensamos no nome Caradura porque a maior parte desses artistas faz o seu trabalho sem pedir permissão para ninguém — afirma Clarissa Guarilha, idealizadora e uma das produtoras da mostra. — Queremos dar um panorama da produção visual da arte urbana, que é bem documentada no exterior, mas ainda pouco registrada no Brasil, mesmo com o país tendo produzido nomes como osgemeos, cujo trabalho é reconhecido em todo o mundo.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Mesmo com um vazio notável na programação — “Exit through the gift shop”, documentário sobre Banksy, o mais famoso artista de rua do mundo, não está incluído na mostra —, o evento junta produções clássicas como “Wilde style” e “Style wars” (que mostram os primórdios do grafite em Nova York nos anos 1980) e outras mais recentes, como “Chile style”, de Pablo Aravena (curador da mostra) curta sobre o movimento nas ruas de Santiago.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — O filme do Banksy só não entrou na mostra por problemas de orçamento, mas há outros que mostram como esse tipo de trabalho se popularizou, chegando bem perto do mainstream, o que já gera outras discussões — afirma a produtora.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Das produções nacionais incluídas na mostra, só há dois longas, curiosamente sobre um mesmo (e polêmico) tema: a pichação, assunto de “Pixo”, de João Wainer e Roberto Oliveira (de 2009); e “Luz, câmera, pichação”, de Gustavo Coelho, Marcelo Guerra e Bruno Caetano, de 2011.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Só reparamos isso quando fechamos a programação. Talvez isso possa ser atribuído à toda polêmica que cerca a pichação e gera muita curiosidade sobre ela — diz Clarissa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O restante da programação reúne filmes como “Largo do Machado”, sobre a passagem pelo Rio do francês Thomas Herriot (que faz desenhos nas calçadas com nanquim), e “Ossória”, sobre Alexandre Orion, artista paulistano que utiliza a fuligem da poluição dos túneis para compor sua arte.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           — Encontro a motivação para trabalhar na rua quando acredito que a minha escolha individual se comunica com o coletivo — diz Orion. — Acho que foi o caso desse trabalho nos túneis de São Paulo, que o filme documenta. Afinal, a sujeira naquelas paredes reflete a péssima qualidade do ar que respiramos.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            https://oglobo.globo.com/cultura/arte-urbana-ganha-mostra-de-filmes-6485635
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/AF-PIVETTA-ORION_coluna-6-c02bef90.jpg" length="364662" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Tue, 23 Oct 2012 16:37:56 GMT</pubDate>
      <guid>https://www.arissas.com/materia-usina-globo</guid>
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      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/AF-PIVETTA-ORION_coluna-6-c02bef90.jpg">
        <media:description>thumbnail</media:description>
      </media:content>
      <media:content medium="image" url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/7a86f890/dms3rep/multi/AF-PIVETTA-ORION_coluna-6-c02bef90.jpg">
        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>"A Alegria" é premiado em Brasília com Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Direção de Arte</title>
      <link>https://www.arissas.com/materia-filme-a-alegria-3</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            "O Céu sobre os Ombros" leva 5 prêmios em Brasília
            &#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           Festival consagrou o estreante Sérgio Borges
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           DE SÃO PAULO
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O Céu sobre os Ombros", filme de Sérgio Borges, com cinco prêmios, foi o grande vencedor do 43º Festival de Brasília, encerrado ontem.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O longa foi escolhido como o melhor filme pelo júri oficial e também recebeu o prêmio especial, destinado aos personagens/atores.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "O Céu sobre os Ombros" embaralha ficção e documentário ao acompanhar três pessoas em Belo Horizonte. Sérgio Borges ganhou o prêmio de melhor direção. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O longa recebeu ainda os troféus de roteiro (Manuela Dias e Sérgio Borges) e de montagem (Ricardo Pretti).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Os Residentes", do também estreante Tiago Mata Machado, recebeu quatro Candangos: atriz (Melissa Dullius), atriz coadjuvante (Simone Sales de Alcântara), trilha sonora (Andre Wakko, Juan Rojo, David Lanskylansky e Vanessa Michellis) e fotografia (Aluizio Raulino).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "Transeunte", de Eryk Rocha, filho de Glauber Rocha, levou o Candango de som, o prêmio da crítica e o de ator (Fernando Bezerra).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           "A Alegria", de Felipe Bragança e Marina Meliande, levou direção de arte e ator coadjuvante (Rikle Miranda).
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq0112201025.htm
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 01 Dec 2010 18:44:23 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>"A Alegria" participará do Festival de Brasília</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Filme de jovem dupla de realizadores flerta com o fantástico  
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           ANA PAULA SOUSA 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           ENVIADA ESPECIAL A BRASÍLIA
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Abre-alas de uma seleção marcada por filmes de jovens diretores, o longa-metragem "A Alegria" aterrissou na tela do Cine Brasília, na noite de anteontem, com a chancela da Quinzena dos Realizadores, do Festival de Cannes. E não tem jeito. O convite para a última edição do festival francês é o discreto troféu que os diretores Marina Meliande e Felipe Bragança carregam pelo evento brasileiro. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           "O filme foi muito bem recebido", diz Bragança. "O curador [da Quinzena] disse que a maioria dos filmes brasileiros que chegam até ele não o interessam, mas ele estava curioso com o nosso trabalho desde "A Fuga da Mulher Gorila". Ele disse que nosso filme é um óvni." "A Fuga..." é o primeiro longa-metragem da dupla. Feito em 2009, ainda não conseguiu ser lançado. "A Alegria" custou R$ 750 mil e mobilizou só 25 pessoas.  "Queríamos filmar assim mesmo, com uma estrutura pequena, que nos desse uma certa leveza", diz Meliande. 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           Juvenil na temática, "A Alegria" tem familiaridade com "Os Famosos e os Duendes da Morte". Mas o caminho cinematográfico que se dispõe a percorrer é mais pedregoso. E acidentado. "A gente queria que o filme causasse um certo desconforto", diz Meliande, ao explicar o registro não naturalista. "Mas nossa ideia era também falar do desejo de utopia dessa geração, que é chamada de apática." 
            &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      
           O filme segue o sobe e desce da vida de Luiza (Tainá Medina), de três amigos da escola e de seu primo.  A mistura de gêneros, o tom de fábula e o flerte com o fantástico são explicados, pela dupla, com uma série de conceitos e preceitos.  "Queríamos que a mistura de atores e não atores criasse alguns nós dramáticos", diz Bragança. "Misturamos referências de um certo cinema fantástico dos anos 80 com uma costura política e de provocação de "mise-en-scène" que tem mais a ver com o cinema brasileiro dos anos 70", tentou definir o diretor, no debate realizado ontem.  A dupla se disse também inspirada pelo tailandês Apichatpong Weerasethakul, que põe florestas e monstros em cena.
           &#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2611201019.htm" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2611201019.htm
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Fri, 26 Nov 2010 18:44:23 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>"A Alegria", de Felipe Bragança e Marina Meliande, é selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes</title>
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      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Cannes exibe ‘A Alegria’, um conto sobre a juventude brasileira
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Os jovens cineastas brasileiros Felipe Bragança e Marina Meliande apresentaram nesta quinta-feira em Cannes um exuberante conto sobre a juventude atual em busca de novas referências, sem recorrer aos símbolos que guiaram as gerações anteriores.  O longa A Alegria, um “ovni” (objeto voador não identificado) nas palavras dos próprios selecionadores da Quinzena de Realizadores, toma a forma de uma alegoria de tom juvenil, um conto sobre a rebeldia tranquila e determinada, sobre a responsabilidade dos jovens e é, no fundo, uma reinvenção do espírito dos anos 1970 para o século XXI.
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          Bragança e Marina, que dirigiram antes A Fuga da Mulher Gorila,fazem um relato estruturado em vários planos. Dois personagens atemporais na selva, com vestimentas largas e máscaras, dão lugar a um grupo de jovens do Rio de Janeiro, e em especial Luiza, de 16 anos farta de ouvir falar do iminente fim do mundo. 
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          A partir daí, esse roteiro muito particular mescla a vida diária de personagens verossímeis com a de outros nem tanto. A trama leva a jovem Luiza até o mar, atraída por uma criatura coberta de escamas e conchas, em um desenlace semelhante ao do cinema fantástico. 
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    
          (Com Agência Estado) 
         &#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
  &lt;p&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;a href="https://veja.abril.com.br/entretenimento/cannes-exibe-a-alegria-um-conto-sobre-a-juventude-brasileira/" target="_blank"&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             https://veja.abril.com.br/entretenimento/cannes-exibe-a-alegria-um-conto-sobre-a-juventude-brasileira/
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/a&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/p&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Thu, 20 May 2010 19:44:23 GMT</pubDate>
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